seguro-de-vida-vantagens

Vantagens seguro de vida: confira as principais

seguro-de-vida-vantagens

É de senso comum as pessoas acharem que o seguro de vida serve como garantia apenas para a morte, mas não é bem assim.

Esse serviço pode colaborar também em vida, seja para você individualmente, ou para seus dependentes, se houver.

Como visto no conteúdo anterior, há vários tipo de seguro e cada um com os melhores benefícios de acordo com seu estilo de vida.

Falando em vantagens em vida, uma delas é ter o conhecimento de planejamento financeiro, já que você não vai estar pensando só no agora, mas assim como no futuro.

Logo, não há motivo para questionar se ainda é necessário contratar um seguro de vida. 

Abaixo estão as principais vantagens do seguro de vida para não adiar essa importante decisão.

 

Proteção financeira

Como dito acima, a proteção de seus bens maiores podem ser resguardados para você ou então passados adiante para quem você ama. Especialmente nesse caso.

Imagine algo grave como uma doença ou acidente te deixe em caso de invalidez permanente ou imparcial, impossibilitado de trabalhar?

Ou em casos mais graves, você morra e sua família tem que arcar com todos os custos durante a vida, sem auxílio algum, e ainda ter que tomar conta dos custos funerários?

Com o seguro de vida, essas preocupações são deixadas de lado para que você viva com seu capital segurado, e então, menos preocupações.

Cobertura de doenças graves

Se uma condição ou doença pré-existente, tais como diabetes, pressão alta, câncer, entre outras, estiverem na condição do contrato, muitas apólices da seguradora garante o pagamento de procedimentos e medicações específicas para cada caso.

Algo muito vantajoso, já que uma medicação pode ter altos custos se bancada isoladamente e sendo muito difícil de ser encontrada no SUS. 

Logo, um seguro de vida é algo importante a se cogitar.

Despesas Funerárias

No caso de morte, as pessoas próximas têm direito a um Seguro Auxílio Funeral, o SAF. Esse refere-se aos gastos ligados diretamente a assistência funeral, como o custeamento do caixão, sepultura ou até mesmo cremação.

Todos os custos são então reembolsados para os beneficiários pela seguradora.

 

Possibilidade de resgate

Na modalidade de Seguro de Vida Resgatável, o segurado tem a opção de após 24 meses de pagamento, ser reembolsado do valor pago nesse período.

Essa modalidade funciona como uma reserva financeira, que pode ser resgatada mesmo sem acontecimento de um sinistro.

E ainda não há aumento de mensalidade conforme a idade vai progredindo.

 

Imposto de Renda em fonte

Nas modalidades como Renda por Invalidez e Pensão por morte, a pensão é mensal para o contratante ou para os beneficiários.

Sem contar ainda, que o imposto de renda é dedutível em 12%.

 

Inclusão e retirada de beneficiários

No seguro de vida, você tem liberdade de incluir e até excluir quem desejar de seu plano. Várias pessoa podem entrar, como cônjuges, filhos, netos, e até mesmo pessoas sem vínculo familiar direto, como primos, sobrinhos.

Podem também usufruir essas regalias indivíduos sem vínculo biológico, como “família de consideração” e amigos.

Tranquilidade para o segurado

Além dos benefícios citados acima, um dos mais importantes é saber que o segurado está investindo seu patrimônio de forma positiva e útil.

Ele poderá estar protegido de imprevistos do dia a dia e assegurado dos seus direitos. Tudo isso contribuindo para o custo- benefício final.

 

Agora tendo em vista algumas das vantagens do seguro de vida, não hesite em contratar o melhor serviço para assegurar sua vida e de quem você mais ama.

 

plano-de-saude

Contratar um Plano de Saúde: o que você precisa saber

plano-de-saude

Com o ritmo do dia a dia, nem sempre temos tempo de pensar em tudo que devemos fazer para cuidar do bem-estar. Portanto, é normal nos esquecermos de algumas coisas. Mas se tem algo que sempre devemos lembrar, é de cuidar da saúde.

Aqui você pode conferir uma maneira de garantir segurança e conforto para todos. Que tal pensar em contratar um Plano de Saúde?

 

O que é o plano de saúde

O plano de saúde é uma alternativa para não depender do sistema público de saúde, que vamos concordar, muitas vezes trazem mais problemas do que soluções.

Sim, mas o que define um plano de saúde? 

De uma maneira simples, é um serviço oferecido por empresas privadas, chamadas operadoras, que asseguram uma proteção de pessoas que possam vir a precisar de atendimentos médicos, consultas e até mesmo internações hospitalares sem precisar pagar por cada serviço individualmente.

Nele, você paga uma mensalidade, e desfruta de benefícios definidos por cada tipo de plano.

Portanto, você deve pensar no plano de saúde como uma forma de garantir seu bem-estar e de pessoas importantes ao seu redor.

Se você está cogitando em contratar um plano de saúde, é necessário estar atento a algumas informações importantes. Confira-as abaixo.

 

Dicas para contratar um plano de saúde

Verifique a credibilidade da operadora

Você deve investigar se a operadora escolhida é certificada pela Agência Nacional de Saúde (ANS).

Por lá é possível analisar cada uma. Como por exemplo, seu nível de qualidade e por elas, ver quais abrangem os melhores planos de saúde.

Definir o perfil do(s) contratante(s)

O contratante é quem vai aderir aos serviços do plano. Ou seja, é necessário analisar fatores de idade e histórico de saúde e quantas pessoas irão entrar no plano, por exemplo.

Qual é o tipo de abrangência

Aqui você confere as delimitações de território. Ou seja, uma abrangência geográfica dependendo se prefere um plano com cobertura regional ou nacional.

O plano regional é bom por questão de conveniência, podendo contar com hospitais próximos.

Já o plano nacional garante que você possa usufruir os serviços independente de onde estiver. Se você mora em Brasília e viajar para Recife, por exemplo, você pode ser atendido por lá.

Qual é o tipo de cobertura

A cobertura é definida por quais serviços você pretende utilizar. Você vai utilizar o plano frequentemente? Vai precisar apenas ter consultas? Quer apenas serviços de emergência? Ou também necessita de serviços de urgência?

Após responder essas perguntas, você deve pensar que a melhor opção é feita de acordo com suas necessidades.

Qual é o tipo de acomodação

A acomodação pode ser individual (apartamento) ou compartilhada (enfermaria), essa com um limite de até 2 pessoas.

Depende de você, se quiser dividir seu espaço, ou se prefere algo mais privativo.

 

Converse com um corretor

Um corretor é alguém especializado no assunto, que pode lhe ajudar com uma simulação, vendo seus dados, para assim entrar em contato, pessoalmente ou por telefone e realizar uma cotação e dar informações mais detalhadas.

 

Como contratar um Plano de Saúde?

Para qualquer procedimento que envolva uma assinatura de contrato, é preciso coletar certas documentações.

Confira quais são necessárias para o plano empresarial aqui.

Você vai entender por que sair do padrão de plano de saúde por CPF e com certeza vai preferir o plano empresarial.

 

Você pode fazer uma cotação aqui mesmo em nosso site e logo logo ter uma orientação com vários detalhes com os melhores especialistas da área!

 

.

 

 

mei-microempreendedor-individual

MEI: o que é e como funciona

Após a criação e implementação do MEI, o setor de empreendedorismo foi crescendo no Brasil, de forma que muitas pessoas estão buscando formas de abrir seu próprio negócio, seja como fonte primária ou secundária.

Agora, mais ainda, pessoas estão buscando informações para entrarem no mercado com a liberdade de poderem criar e suprir novas demandas.

Portanto, cada vez mais as pessoas estão aderindo a virarem empreendedores através do MEI. A fim de você entender melhor, confira a leitura logo abaixo.

O que é

mei-microempreendedor-individual

MEI é a sigla para Microempreendedor Individual. É uma categoria de trabalhador autônomo que se formaliza através de um registro oficial do governo. Para isso, é necessário seguir algumas regras antes de integrar nesse mercado. Confira.

Condições para ter MEI

É necessário que o indivíduo tenha no mínimo 18 anos e que não seja servidor público.

As atividades que um MEI pode exercer podem ser conferidas aqui. Após averiguar se a atividade está dentro das normas, preste atenção nos requisitos abaixo.

  • O MEI pode faturar no máximo R$ 81.000,00 por ano, isto é, de janeiro a dezembro.
    * Caso a formalização ocorra após o mês de janeiro, ou seja, a partir do mês de fevereiro, o faturamento permitido será correspondente à média mensal de R$ 6.750,00 multiplicado pela quantidade de meses restantes para finalizar o ano, inclusive o mês que está ocorrendo a própria formalização.
  • O MEI não pode ser sócio e nem participar de sociedade;
  • Não pode abrir filial 
  • Ter no máximo 1 empregado, pagando o valor do salário mínimo ou piso da categoria que a empresa estiver inserida, o que for maior;
  • Estar enquadrado nas mais de 480 atividades permitidas e que podem ser conhecidas acessando o site do Portal do Empreendedor;
  • O MEI pode exercer ao mesmo tempo, com um único CNPJ, 1 atividade principal e até 15 atividades secundárias, tanto como: prestador de serviços, comércio ou indústria.
  • Não só isso, outro ponto de destaque é que o MEI não precisa ter loja ou ponto comercial ou um lugar certo para exercer as atividades, ele pode até trabalhar em casa. 

 

 

Direitos do MEI

  • Auxílio-maternidade;
  • Direito a afastamento remunerado por problemas de saúde;
  • Aposentadoria;
  • Sendo MEI, você é enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL);
  • Com CNPJ, pode abrir conta em banco e tem acesso a crédito com juros mais baratos. Pode ter endereço fixo para facilitar a conquista de novos clientes;
  • Conta com cobertura da Previdência Social para você e sua família. Conta também com o apoio técnico do Sebrae para aprender a negociar e obter preços e condições nas compras de mercadorias para revenda, obter melhor prazo junto aos atacadistas e melhor margem de lucro.

Do mesmo modo que você tem seus direitos, há também seus deveres. Veja o necessário para prosseguir conforme a lei.

Deveres do MEI

  • Pagar a DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) em dia

O pagamento do DAS engloba impostos como o INSS (contribuição da previdência para obtenção dos benefícios), ISS (Imposto Sobre Serviços, um tributo municipal que corresponde sempre à R$5,00)  e ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (Comércio), de competência estadual, que corresponde a R$1,00)

 O DAS poderá ter o valor de ISS, ICMS ou até os dois. Depende da atividade exercida descrita em se CNPJ.

 

O MEI pode ter até 16 atividades, sendo 1 principal e mais 15 secundárias. 

 

Portanto, se você tiver atividades do setor do comércio e também do serviço, seu DAS MEI terá tanto o valor do ICMS quanto do ISS.

 

O pagamento pode ser feito online, por débito automático, ou na rede bancária e casas lotéricas até o dia 20 de cada mês.

  • Entregar anualmente a DASN-SIMEI (Declaração Anual de Faturamento)
  • Manter o controle mensal do faturamento
  • Emitir notas fiscais para pessoas jurídicas
  • Guardar as notas fiscais de compra e venda 
  • Realizar os recolhimentos obrigatórios, se tiver um funcionário

Dessa forma, é importante lembrar que mesmo não utilizando o CNPJ, ou seja, mesmo não emitindo nota fiscal, o pagamento do mesmo é obrigatório.

Conclusão

Se você se encaixa nas modalidades do Microempreendedor, significa que você pode ser um empresário Individual e exerce atividade econômica, de forma mais independente e em nome próprio.

 

 

 

kpi-key-performance-indicator

KPI – Key Performance Indicator: o que é

kpi-key-performance-indicator

 

Para empresas garantirem êxito no mercado, é necessário implementar metas e avaliá-las. Uma maneira de realizar isso é através dos KPIs.

 

KPI vem do inglês, Key Performance Indicator que em português significa Indicador Chave de Desempenho.

 

Também conhecido como KSI, Key Success Indicator, ou, Indicador Chave de Sucesso.

Muitas pessoas ainda consideram esses indicadores como métricas, mas vamos ver que não é bem assim. Confira abaixo.

 

KPI x Métrica

São termos que confundem por serem parecidos, mas na realidade há uma diferença.

 

Uma métrica é uma informação que define o comportamento do consumidor, geralmente em forma de indicadores brutos. 

 

Por exemplo: número de visitas no blog, número de compartilhamentos, etc. 

 

Já o KPI é uma medição dos resultados de objetivos estratégicos para que sua empresa tenha resultados positivos.

 

Uma métrica pode vir a tornar-se um KPI quando cumpre a função de auxiliar na tomada de decisão da empresa.

 

Agora ficou claro, não é mesmo?

 

KPI: conceito

Mas o que são Key Performance Indicators (KPI) de fato? São medidores utilizados para que sua empresa tenha sucesso.

 

Assim como uma forma de acompanhar o nível de desempenho, em que gestores e funcionários se alinham para implementar estratégias eficientes durante todo o processo da empresa para obter resultados.

 

Principais KPIs

Os principais indicadores podem ser divididos em 4 tipos:

Indicadores de Produtividade: 

É a relação entre a quantidade de entregas e os recursos utilizados durante um período de tempo.

Indicadores de Qualidade

É a relação entre o número de entregas dentro do padrão e as entregas totais.

 

Devem estar alinhados aos índices de produtividade, pois ajudam a compreender qualquer desvio durante um processo produtivo.

 

Nele, deve se retratar a percepção dos clientes finais.

Indicadores de Capacidade

É a quantidade de entregas que um processo pode fazer com certos recursos em um período de tempo.

Indicadores Estratégicos

Estão relacionados aos fatores críticos de sucesso. Indicam o caminho que a empresa está seguindo em relação aos objetivos  previamente estabelecidos.

 

Eles comparam o antes com o agora para avaliar se há necessidade de mudança/melhora.

Tipos de KPIs

Não somente os vistos acima, há também os indicadores de 3 dos setores básicos de uma empresa. 

 

Sendo eles: Administrativo (Financeiro), Vendas (Comercial) e Marketing.

 

Cada área também conta com seus próprios indicadores, que podem se complementar. 

 

Um exemplo são os setores financeiro e comercial estarem alinhados e contam com indicadores que podem ser compartilhados como: Receita da empresa, despesas, impostos, rentabilidade e ROI.

 

E no caso dos indicadores de vendas, eles podem ser divididos em:

KPIs de Vendas

Indicadores Estratégicos ou Primários

São acompanhados pela diretoria da empresa, que mostram aos gestores se os objetivos estratégicos estão sendo alcançados.

 

Eles não dependem de uma análise aprofundada para chegar à uma conclusão. 

Ex: faturamento bruto do mês.

Indicadores Táticos ou Secundários

São acompanhados por gestores de cada setor da empresa para ver como está cada área específica. 

 

Eles explicam por que o objetivo foi alcançado ou não.

Ex: faturamento por linha de produto

Indicadores Operacionais ou Terciários 

São acompanhados por especialistas de cada área. Estão ligados a atividades e ações que sustentam os outros indicadores com informações mais detalhadas.

Ex: nº de vendedores por canal de vendas.

Marketing Digital

 

Já no Marketing, especificamente o digital, os indicadores principais estão associados a canais de comunicação online, como blog e redes sociais. 

 

Exemplos de principais indicadores do Marketing Digital são: 

Taxa de conversão

vendas ÷ visitas no site   

Taxa de rejeição  

Pessoas que entraram no site mas não navegaram nele o suficiente. Não acessaram outras páginas, saíram rápido demais…

Engajamento

visitantes que interagiram ÷ total de visitantes

 

Sim, existem vários indicadores, mas é importante ficar atento na forma que você irá escolhê-los. Por isso, separamos algumas informações.

Como definir

Os indicadores precisam ser significantes e fáceis de mensurar. Para isso, é indispensável realizar uma pesquisa apurada do mercado, da concorrência e das personas do seu negócio. 

 

É preciso entender sua oferta ao mercado e os aspectos que mais vão agregar valor para você e seus clientes.

 

Além disso, é necessário acompanhar a evolução dos indicadores e os resultados que estão sendo alcançados.

 

Uma dica para estabelecer alguns indicadores é utilizar a estratégia de metas SMART. 

 

Do inglês, Specific (Específica), Measurable (Mensurável), Attainable (Atingível), Relevant (Relevante) e Time-Bound ou Timely (Tempo).

 

Específica: 

A meta deve ser direcionada, a fim de evitar subjetividade. Por exemplo, ao invés de estabelecer a meta como “Conseguir mais clientes”, o ideal seria “Conseguir mais 20 clientes até mês que vem.

Mensurável: 

Com uma meta específica, é preciso medi-la, também de forma clara. Como no exemplo acima, seria necessário avaliar se os clientes estão chegando e a quantidade em que estão vindo.

Atingível:

A meta não deve ser impossível de alcançar. Ela deve ser algo que condiz com a realidade da empresa. 

 

Por exemplo, uma empresa de apenas 30 funcionários não pode produzir em grande escala nem deve ter as metas de uma empresa de 500 funcionários.

Relevante:

Não adianta estabelecer metas que não façam sentido para você apenas por fazer. Nem mesmo se basear em concorrentes com sistemas de gestão e vendas muito diferentes dos seus.

Tempo:

Você pode reunir todos os elementos acima de forma correta, mas é preciso definir um período de tempo para cumprir suas metas. Lembre-se: uma meta sem prazo é apenas uma fantasia.

Cuidado com os indicadores de vaidade!

Por vezes, na intenção de querer observar tudo, empresas focam em informações que não ajudam na tomada de decisões da empresa.

 

Elas não devem ser ignoradas. Contanto, por si só, não valem muita coisa e por isso não são relevantes o suficiente para guiar a equipe. 

 

Acompanhamento dos KPIs

 

Após definidos, é fundamental utilizar uma ferramenta de gestão para acompanhá-los meticulosamente.

 

Um exemplo é a ferramenta Simple KPI. É uma ferramenta que baseia-se em mostrar resultados de maneira gráfica e didática.

 

Nela é possível visualizar dashboards que analisam e monitoram os principais indicadores.

 

Assim como criar relatórios de KPI mais detalhados, de maneiras diferentes, como textos, gráficos e tabelas.

Você pode pensar que dá trabalho, mas acredite, vale a pena utilizar e acompanhar os KPIs.

 

KPI: por que usar

 

Porque um dos motivos deles serem utilizados em instituições a fim de agrupar as melhores técnicas e aplicá-las no funcionamento interno e resultado externo da empresa.

 

Assim como auxiliar no diagnóstico corporativo para obter melhor posição no mercado.

 

Se quer saber mais, confira nosso outro conteúdo de KPIs aqui.

 

O que é seguro de vida 8 coisas que você precisa saber

O que é seguro de vida? 9 coisas que você precisa saber

Se tem uma coisa que é certa na vida, é que todos iremos morrer. De fato, pode parecer um pouco mórbido, mas é a verdade. 

Aliás, muitas pessoas ainda associam contratar um seguro de vida apenas para casos fatais, essa não sendo a única modalidade para que servem. Ele também é uma forma de estar garantido tanto na morte como em vida.

Em resumo, o seguro de vida é um contrato feito entre quem contrata o serviço e uma seguradora, através de um pagamento mensal chamado de prêmio.

De tal forma que, serve para garantir uma segurança financeira para você e seus dependentes, em momentos inesperados, como casos de acidentes, invalidez e morte.

Ele ainda pode ser combinado com auxílios complementares como cobertura de despesas educacionais, quitação de dívidas, seguro de viagem e seguro-habitacional, que vão além da indenização à família.

Por fim, é regulamentado pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), órgão responsável por controlar e fiscalizar mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro.

O que é seguro de vida?

Seguro de vida é um contrato de proteção entre você e uma seguradora. Ele serve para ajudar e proteger financeiramente as pessoas que dependem de você, caso morra ou fique inválido.

Alguns seguros de vida, cobre também internação hospitalar, doenças graves e despesas com o funeral.

Funciona assim: quando acontece o óbito, a companhia de seguros de vida que você contratou paga ao seu beneficiário uma quantia em dinheiro. Esse valor é determinado de acordo com a cobertura que você escolheu.

Ou seja, de maneira simples, seguro de vida é você deixar um dinheiro pronto para quem você ama.

Preciso de um seguro de vida?

Talvez você não saiba ainda, mas você precisa de um seguro de vida sim! Vou te mostrar, responda as perguntas a abaixo com SIM ou NÃO:

  • Você é casado (a)?
  • Tem filhos?
  • Recebe o principal ganha-pão da sua família?
  • Você é solteiro (a) e tem filhos?
  • Tem uma casa?
  • Possui um negócio próprio?
  • Você tem alguma dívida alta?
  • Os seus pais dependem financeiramente de você?
  • Você já é aposentado?

Se você respondeu SIM, para alguma dessas perguntas é porque você precisa de um seguro de vida.

Ele vai te dar garantia e segurança caso aconteça alguma coisa com você.

Qual o limite de idade para contratar um seguro de vida?

Qual o limite de idade para contratar um seguro de vida

Geralmente, as seguradoras impõem restrições para pessoas com mais de 65 ou 60 anos.

Por outro lado, já existem aquelas focadas na terceira idade, ou seja, com aceitação de segurados com até 80 anos.

Além disso, o seguro de vida só pode ser comercializado a partir dos 14 anos. Para pessoas abaixo da idade, só é permitido o reembolso de despesas com funeral e gastos médico-hospitalares e odontológicos decorrentes de acidentes.

O que é sinistro?

Quando o seguro de vida é contratado, a apólice emitida detalha as coberturas que fazem parte do plano.

O sinistro é a concretização de um risco coberto pela seguradora.  Ou seja, um seguro de vida tem como possíveis sinistros: a morte, acidente com invalidez, ou doença.

Como resultado, o acontecimento desses casos leva a situações em que a apólice garante o pagamento da indenização.

Como funciona

Primeiramente, é preciso entrar em contato com a segurado. Posteriormente, é preciso formalizar a comunicação através de um formulário e apresentar algumas cópias de documentos do segurado.

  • Cópia autenticada da certidão de óbito (se for o caso);
  • Boletim de ocorrência (se for aplicável);
  • RG;
  • CPF;
  • Certidão de casamento (se for casado).

A princípio, pode haver diferenças no seguro de vida coletivo, por isso, é necessário saber das especificidades de cada empresa.

O que é apólice?

É um contrato entre duas partes que define a responsabilidade de cada um, sendo o que garante o benefício do segurado e a quantia previamente estabelecida a ser recebida pela seguradora pelo serviço prestado.

Assim sendo, há as modalidades individual bem como coletiva, ou empresarial. Mas, a primeira é a mais indicada, pois é a mais específica de acordo com a necessidade e perfil da pessoa.

Por fim, a segunda considera o grupo de pessoas na totalidade.

Principais elementos

Na apólice são consideradas dois principais elementos, sendo eles:

Risco

Aliado ao interesse pelo segurado, aqui é o fator que diz à seguradora todo e qualquer evento negativo que pode ocorrer, sendo morte ou invalidez. 

Prêmio

É a mensalidade a ser paga calculada com base que o risco coberto pelo contato se realize.  São considerados para o cálculo do preço de seguro de vida: idade, sexo, estado civil, profissão, condição de saúde e hábitos o indivíduo.

O valor da apólice deve ser o equivalente à renda anual bruta vezes o número de anos em que o segurado quer que a sua família esteja protegida.

A emissão da apólice pode ser fita em até 15 dias após a contratação, porém, nesse tempo o contratante ainda não está coberto pelo seguro.

Nesse mesmo intervalo, a seguradora irá avaliar o resultado da análise de risco, podendo recusar o pedido do cliente, caso seja necessário.

O que são as exclusões?

O que são as exclusões

São as cláusulas em que a seguradora não tem responsabilidade do pagamento do prêmio contratado. As mais comuns são:

  • Suicídio (dentro do prazo de carência de dois anos);
  • Doenças preexistentes, cujos termos não tenham sido informados na declaração de saúde;
  • Utilização de material nuclear, acidentes nucleares e semelhantes;
  • Envolvimento em operações de guerra, rebelião e tumultos;
  • Prática de atos ilícitos dolosos que tenham resultado em morte, como o consumo de drogas.

Quais são as coberturas?

Também chamadas de garantias, são os casos em que o segurado e seus beneficiários estarão protegidos. Veja-os abaixo:

  • Morte (acidental ou por qualquer coisa);
  • Pensão por morte;
  • Auxílio ou assistência-funeral (SAF);
  • Renda por invalidez;
  • Invalidez permanente total ou parcial por acidente (IPA);
  • Despesas médicas, hospitalares e odontológicas (DMHO);
  • Diárias por incapacidade temporária (DIT).

Não abrange doenças mentais, procedimentos estéticos ou procedimentos para doenças, ou acidentes preexistentes não mencionados na declaração de saúde. 

  • Invalidez permanente por acidente majorada (IPAM);
  • Doenças graves (DG).

O seguro tem cobertura para 28 doenças e procedimentos:

1 – Câncer*

2 – Alzheimer*

3 – AVC*

4 – Infarto agudo do miocárdio*

5 – Insuficiência renal crônica*

6 – Parkinson*

7 – Paralisia de membros

8 – Perda de fala

9 – Perda de visão

10 – Perda de audição

11 – Coma por traumatismo craniano

12 – Danos cerebrais anatômicos

13 – Doenças hepáticas graves

14 – Pancreatite crônica

15 – Esclerose múltipla

16 – Doença do neurônio motor

17 – Osteomielite

18 – Queimaduras de 3º grau

19 – Anemia aplástica

20 – Doenças pulmonares obstrutivas crônica

21 – Transplantes: coração, pulmão, rins, fígado, medula, pâncreas, intestino delgado e tecido composto.

*Doenças com cobertura até 80 anos

Qual a diferença de Seguro de vida e Seguro de acidentes pessoais?

Visto que, são termos parecidos, podem ser confundidos. Contanto, entre eles, há diferenças.

 

CondiçãoSeguro de vidaSeguro de acidentes
FalecimentoOs beneficiários sempre irão receber a apólice, independente do motivo de óbito.Os beneficiários só irão receber a apólice, em caso de mortes acidentais. 

Causas naturais não dão direito ao recebimento de indenização.

ValoresA apólice aumenta de acordo proporcionalmente à idade do beneficiário. 

Limite de idade do contratante: 64 anos

Mais barato devido a menor cobertura.

Limite de idade do contratante: 70 anos

Indenização 

(Em casos de acidentes e invalidez em que não houver morte)

O valor da apólice é liberado para que você tenha oportunidade de bancar tratamentos. Assim, você tem a liberdade de usar a quantia da maneira que lhe convir. A seguradora cobrirá o tratamento médico, incluindo as diárias no hospital, entretanto, você não tem a liberdade de usar o valor para outros fins.

O que é Seguro de vida resgatável?

O que é Seguro de vida resgatável

É aquele em que o titular pode recuperar parte de seu dinheiro. Visto que, quanto maior for o tempo que a pessoa contratou o serviço, maior o valor percentual que será restituído.

Entretanto, para isso acontecer, há uma carência de 24 meses a ser cumprida. 

Portanto, um seguro resgatável é recomendável, por exemplo, para alguém jovem que não exatamente pensa em sua morte, mas que quer tomar cuidado ao acumular seu patrimônio.

Certamente, uma das principais particularidades do seguro de vida resgatável é a manutenção do prêmio, mesmo com o aumento da idade.

O investimento inicial é mais caro, mas lembrando que esse é um risco que a seguradora está assumindo, enquanto a outra parte representará as reservas que serão retiradas no futuro. 

Essas podendo ser parcial ou integralmente resgatadas após o período de carência, sem que haja um evento indenizável.

Ao mesmo tempo que, é uma forma importante para garantir compromissos financeiros, pensando a longo prazo. 

Uma vez que, já que ele não sofre reajustes em função da idade e, assim como nos outros seguros de vida, é isento de qualquer imposto.

Conclusão

O seguro de vida é algo a ser considerado por trazer benefícios em vida e em morte.  

Não apenas para você como também para você e seus dependentes.

Dessa maneira, é uma forma de investir seu dinheiro de forma inteligente que trará um retorno positivo.

Se quer saber mais motivos para aderir a um seguro de vida? Confira nosso conteúdo aqui.

 

 Co-autoria: Karol Barbosa

 

 

 

plano-de-saude-e-seguro-de-saude-diferenca

Plano de saúde e seguro de saúde: saiba a diferença 

plano-de-saude-e-seguro-de-saude-diferenca

 

Com certeza você já passou por situações em que pensou em aderir a um serviço médico ou algum tipo de convênio. Seja por um acidente, uma necessidade ou até uma orientação.

E convenhamos que o sistema de saúde público nos faz passar por uns perrengues: grandes filas, demora ao atendimento, e esse ainda sendo precário.

Não é à toa que quase 61% dos brasilienses reprovam a qualidade do sistema.

Não é a melhor opção para quem preza por um atendimento rápido e de qualidade, não é mesmo? 

Por isso, cada vez mais o brasileiro prefere aderir à rede particular, onde há a possibilidade de um atendimento completo e de qualidade. 

Aí que entram opções como o seguro de saúde e o plano de saúde. 

De acordo com a Agência Nacional de Saúde (ANS), os planos de assistência médica privada cobrem atualmente um terço da população brasileira.

Pois é, muitas pessoas estão cientes que o governo não vai garantir a devida assistência e acolhimento para sua saúde.

Antes de apresentar a diferença entre plano de saúde e seguro de saúde, vamos às semelhanças.

 

O que eles têm em comum

Ambos são regulamentados pela Agência Nacional de Saúde (ANS), que é responsável por efetuar medidas e funcionamento de normas, assim como suas multas. 

Além de controlar e fiscalizar segmentos de mercados que explorados por empresas para assegurar o interesse público. 

Mas resumindo, o plano de saúde e o seguro de saúde têm o mesmo objetivo: oferecer assistência médica e hospitalar aos seus clientes. 

Em questão de cobertura, é necessário avaliar fatores como idade, histórico de saúde e existência de doenças e ambos são divididos em:

 

  • Ambulatorial: 

No caso de consultas médicas, exames e tratamentos em que não há internação hospitalar. As restrições dependem de cada operadora.

  • Odontológico: 

Abrange procedimentos relacionados à saúde dental e bucal realizados em consultórios. Tais como periodontia, exames radiológicos, endodontia e cirurgias orais mais simples, além de emergências e urgências.

  • Hospitalar: 

Onde há internação e tudo ocorre dentro do hospital, incluindo UTI, atendimentos de urgência e emergência, assim como serviços hospitalares de quimioterapia, fisioterapia, etc. Excluindo procedimentos ambulatoriais. 

  • Hospitalar completo: 

Une o plano ambulatorial ao plano hospitalar, com adição do pré-natal, parto e atendimento ao recém-nascido.

Carência 

Em relação à carência, também há uma similaridade. 

Em ambos, quer dizer que esse é o tempo necessário a se esperar para o usuário usufruir dos serviços, mesmo pagando as mensalidades (plano de saúde) ou o prêmio (seguro de saúde). 

 

O que difere o plano de saúde do seguro de saúde?

Plano de saúde

O plano de saúde é o serviço de uma empresa privada, que oferece um acompanhamento constante, com médicos e hospitais credenciados da empresa operadora. 

Conta com consultas, exames, internações e principalmente, cirurgias.

Caso o cliente resolva fazer uma consulta com um médico particular, a operadora faz um reembolso proporcional ao valor gasto.

Os planos são divididos de acordo com a necessidade do(s) contratante(s) e são divididos nas modalidades: 

  • Individual: 

Consiste em apenas um contratante. Hoje em dia as operadoras não vendem apenas para uma pessoa através de seu CPF, pois os planos não são mais comercializados dessa forma.

O motivo está relacionado à alta instabilidade das operadoras, devido a ausência de flexibilidade do reajuste.

Assim, para apenas uma pessoa, restam duas opções: aderir a um plano coletivo por adesão ou se a pessoa foi microempreendedora individual, aderir a um plano empresarial.

  • Familiar: 

Contratantes com vínculos familiares entre si. Composto por um contratante e seus dependentes.Como um casal e seus filhos, por exemplo.

  • Coletivo por Adesão: 

Contratantes pessoas jurídicas, como sindicatos, conselhos e associações profissionais. A contratação acontece entre a operadora do plano e uma administração de benefícios.

  • Coletivo Empresarial: 

Contratantes pessoas jurídicas – empresas públicas ou privadas – na intenção de prestar serviços a seus colaboradores.

 

Seguro de saúde

Já no seguro de saúde, as operadoras não possuem nenhum vínculo com os profissionais de saúde, clínicas e hospitais.

Ou seja, não precisam de uma rede credenciada.

O cliente não fica limitado aos serviços impostos pela operadora, tendo a livre escolha de onde será feito seu atendimento.

 

O seguro de saúde também difere-se na questão de passar por menos processos burocráticos, como aguardar a liberação de solicitações.

Assim podendo realizar o procedimento quando desejar, arcar com os custos e depois receber reembolso.

 

Normalmente é preciso aguardar um prazo para ter o dinheiro devolvido e há um limite de valores para cada um dos procedimentos. 

Também há serviços complementares como benefícios e descontos, de acordo com a franquia e com o que está previsto em apólice.

 

A franquia está presente nas apólices do seguro. Ela é o valor total que o usuário pode usar. 

Exemplo: se for necessário contratar um serviço médico que custe mais que a sua franquia, o segurado deve pagar a diferença.

 

E qual é a melhor opção de convênio?

Como vimos, o plano de saúde trabalha com médicos e redes hospitalares credenciados, facilitando na hora de buscar serviços em locais próximos.

Já o seguro de saúde é bom para quem prefere ter mais liberdade, sem precisar se limitar a determinados médicos e hospitais.

Para fazer a melhor escolha de contratação de plano, é indicado primeiramente: 

Credibilidade

É preciso também verificar se a operadora ou seguradora possua registro na ANS (Agência Nacional de Saúde).

Definir seu propósito. 

Ou seja, quais coberturas são necessárias para você e como prefere lidar com as operadoras e questões financeiras.

Exemplo: “Eu já tenho filhos ou pretendo ter?”, “Preciso de um serviço que cubra emergências?” ou “Quanto eu gasto com questões de saúde?”.

 

Esses questionamentos são essenciais para entender melhor as condições contratuais e fazer a escolha mais adequada para seu bem estar.