Qual a diferença entre auxílio funeral e assistência funeral

Qual a diferença entre auxílio funeral e assistência funeral?

Se você quer saber qual a diferença entre auxílio funeral e assistência funeral, você precisa ler esse artigo.  

Sei que algumas pessoas podem pensar que esse assunto é uma forma de atrair coisas ruins, mas a verdade é esses são serviços básicos para família. 

Nos Estados Unidos, por exemplo,  57% da população tem seguro de vida com cobertura funeral.

Aqui no Brasil essa consciência aumenta cerca de 10% a cada ano. 

Isso quer dizer que os brasileiros estão cada vez mais conscientes sobre a importância de se preparar para situações de imprevistos que possam levar ao óbito. 

Sendo assim, aqui vou te mostrar todos os pontos essenciais para você entender cada um desses termos. 

E acredito que depois da leitura desse artigo você poderá fazer uma escolha mais consciente entre os dois serviços. 

Vou começar primeiro te explicando…

O que é o auxílio funeral?

O auxílio funeral é a cobertura que reembolsa os gastos com o funeral. Normalmente, há duas modalidades: a individual e a familiar. 

A individual, como o próprio nome diz, é aquela que cobre o funeral de apenas uma pessoa (geralmente, do contratante). Já  a familiar é quando o plano pode ser estendido para o cônjuge e filhos de até 18 anos (ou até 24 anos, dependendo da prestadora de serviços).

É importante frisar que os contemplados por essa cobertura devem estar determinados na apólice, pois, no momento do óbito, não é possível adicionar nem remover ninguém.

No auxílio funeral a escolha da empresa que irá prestar os serviços funerários é de livre escolha do contratante ou do responsável. Ou seja, você precisa contratar diretamente a funerária.

Somente depois, e com os comprovantes em mãos, que a empresa de auxílio funeral irá reembolsar as despesas.  

Isso quer dizer que você precisa ter o dinheiro em mãos para pagar as despesas com o funeral no momento do óbito, pois somente depois da apresentação das notas a empresa do auxílio funeral irá entregar o valor da indenização. 

Esse pagamento depende das condições contratuais e deverá ser realizado aos beneficiários ou para quem assumiu os gastos. No entanto, é importante destacar que a apólice sempre aponta qual o valor máximo de indenização que poderá ser pago. 

Por isso, antes mesmo de contratar o serviço a dica é olhar a apólice e descobrir quanto pode gastar com o funeral. Assim não corre o risco de não ser reembolsado todo o valor que gastou. 

Para saber a diferença entre auxílio funeral e assistência funeral, você precisa entender…

O que é Assistência Funeral?

O que é Assistência Funeral

Agora que você sabe o que é o auxílio funeral, você precisa entender o que é assistência funeral. 

Dessa forma, é mais fácil compreender a diferença entre os dois termos. Então vamos lá…

A assistência funeral é uma cobertura que faz parte do seguro de vida. Ela também pode ser individual ou familiar, ou seja, a assistência pode ser estendida para os dependentes.  

Ao contrário do auxílio funeral, não há um reembolso das despesas com o funeral nem há livre escolha a prestadora de serviços. 

Isso quer dizer que na assistência funeral o valor gasto está embutido no seguro de vida e a funerária será indicada pela própria seguradora. 

Pode parecer uma desvantagem, mas, na verdade, tudo isso garante menos burocracia e mais facilidade para a família em um momento tão delicado. 

Isso porque a seguradora, além de indicar uma prestadora do serviço de funeral, vai também cuidar de todos os detalhes do processo até a conclusão, supervisionar todo o trâmite e garantir que tudo esteja de acordo com o contrato estabelecido.  

Coberturas da assistência funeral

Sendo assim, a assistência funeral, geralmente, possui cobertura para:

  • Assessoria para formalidades administrativas do sepultamento (como, por exemplo, a liberação do corpo);
  • Pagamento das despesas com a cerimônia e o sepultamento;
  • Pagamento das taxas para a emissão de documentos necessários; 
  • Disponibiliza urna/caixão, coroa de flores, paramentos, véu, velas, ornamentação de urna, mesa de condolências;
  • Transmissão de mensagens urgentes;
  • Translado do corpo (caso o falecimento ocorra fora da cidade de origem);
  • Sepultamento ou cremação;
  • Velório;
  • Registro do óbito;
  • Carro funerário.
  • Entre outros.

Como dá para notar os gastos quando uma pessoa vem a óbito podem ser enormes, uma cremação, por exemplo, por chegar a R$ 2 mil e os caixões variam de R$ 700 a R$ 20 mil. 

Sem contar o transtorno físico e psicológico que é resolver todos esses processos em menos de dois dias. 

Algumas famílias acabam se endividando e não sabendo lidar com a perda justamente por causa de todo o transtorno criado por essa situação. 

Recentemente depois de muitos anos eu perdi uma pessoa da minha família, havia muito tempo que isso não acontecia e pegou todo mundo despreparado. 

Ninguém sabia exatamente o que precisava ser feito e acabou que a liberação do corpo do meu tio demorou a sair e foi muito difícil manter minha vó e minhas tias calmas nessa situação. 

Por fim, conseguimos resolver tudo. Mas a dívida adquirida teve que ser dividida entre todas as pessoas com emprego fixo da família. 

Acredito que se a gente tivesse se preparado antes, muita dor e constrangimento poderia ser evitado. 

Conclusão

No artigo de hoje te mostrei qual a diferença entre auxílio funeral e assistência funeral. 

Você viu como cada um deles funciona e acredito que com a leitura desse artigo você vai conseguir decidir sobre qual dos serviços é melhor para você e se encaixa perfeitamente a situação atual da sua família. 

Se você tiver alguma dúvida sobre esse assunto, entre em contato com a gente pelos comentários. A nossa equipe fará o possível pra te responder. 

Emprego terceira idade? 48 oportunidades para quem não quer ficar parado

Emprego terceira idade? 48 oportunidades para quem não quer ficar parado

Pode parecer loucura emprego terceira idade, mas tem muita gente que não gosta de ficar parado e prefere uma ocupação, além de hobbies e ficar cuidando dos netos

De acordo com uma pesquisa de 2019 do Associated Press-NORC Center for Public Affairs Research, dois em cada 10 trabalhadores com mais de 50 anos não querem parar de trabalhar e uma em cada cinco pessoas com mais de 65 anos está trabalhando ou procurando ativamente por trabalho.

Ou seja, emprego na terceira idade é mais comum do que você imagina. Seja para complementar uma renda ou apenas para se manter ativo. 

Convenhamos também que não é qualquer tipo de trabalho que uma pessoa com mais de 60 anos pode fazer sem correr o risco de sofrer uma lesão crônica. Mesmo os idosos que praticam atividade física regularmente é importante se atentar a oportunidades que se adéquem a sua idade. 

Mas fique tranquilo que separei para você 48 oportunidades para quem não quer ficar parado na terceira idade. 

Veja só!

9 melhores empregos de meio período para idosos

Uma boa opção para quem procura emprego na terceira idade são aquelas de meio período. Isso porque não demanda todo o tempo do idoso e o mantém livre para outras tarefas. 

Sendo assim, algumas dessas opções é ser um tutor (para aqueles idosos que desejam compartilhar seu conhecimento), embaixador de uma marca (para aqueles que tem uma rede social grande e quer ser digital influencer), assistente administrativo, monitor em escolas ou bibliotecas, demonstrador de alimentos ou produtos, motorista de aplicativo, babá, zelador, atendente de estacionamento, entre outros.

Talvez você acredite que é complicado encontrar alguma dessas vagas, mas você pode fazer isso conversando diretamente com as pessoas ligadas a função que você quer desempenhar. 

Esse tipo de conexão pode te ajudar a encontrar um trabalho de meio período. Pois nem sempre as pessoas sabem que alguém da terceira idade está procurando um emprego. 

11 empregos com horário flexível para terceira idade

Agora se você quer definir sua própria agenda ou trabalhar algumas manhãs, ou algumas noites a melhor opção é procurar emprego com horário flexível. 

Isso quer dizer que o idoso pode trabalhar como carpinteiro, chaveiro, operador de caminhão de reboque, motorista de entrega, professor para vestibular e ENEM, revisor de texto, motorista de ônibus escolar, representante de vendas, instrutor de ioga, agente de viagens, escritor de blogs e livros. 

Nesses casos você pode abrir o seu próprio negócio ou enviar currículos para por sites de busca de emprego como, por exemplo, o Indeed e o Vagas.com.

Mesmo que você não tenha nenhuma qualificação, você pode procurar cursos rápidos presenciais e até mesmo na internet para se qualificar e voltar ao mercado de trabalho. 

11 empregos de baixo estresse para aposentados 

11 empregos de baixo estresse para aposentados 

Se você quer continuar trabalhando, mas não quer passar por todo o estresse e cansaço físico e mental que um emprego regular, geralmente, possui. 

O ideal é procurar um emprego que seja apenas para complementar a renda e não exige muitas responsabilidades. 

Como, por exemplo, passeador de cães, entregador, assistente de biblioteca, trabalhador de cafeteria, governanta, representante de atendimento ao cliente, cozinheiro, call center, assistente de paisagismo, porteiro, trabalhador de abrigo de animais, entre outros. 

É claro que existe a discriminação por idade no mercado de trabalho, no entanto, há várias empresas que prezam pela experiência e por profissionais mais maduros. 

Esteja confiante e fale sempre com as pessoas certas para conseguir um emprego na terceira idade.

7 opção de home office (ou teletrabalho) para idosos

Há também aquelas pessoas que apesar de querer se manter ativa no mercado de trabalho, prefere continuar em casa. 

Isso é totalmente possível. Há diversas empresas que oferecem vagas de emprego para home office (teletrabalho). 

As vagas mais comuns são para trabalhar como assistente de mídia social, editor/revisor de texto, tutor online, assistente virtual, designer, editor de vídeo, criador de conteúdo (blog, vídeos). 

Além dessas carreiras terem a possibilidade de trabalhar de casa, para se qualificar pra elas, geralmente, não é necessário um diploma. 

Você pode fazer curso de qualificação pela internet ou até mesmo ir aprendendo por conta própria até conseguir um emprego na área. 

Com o marketing digital em alta atualmente as possibilidades são infinitas. Tanto para aprender como para conseguir um emprego e até mesmo para empreender na internet.  

9 trabalhos voluntários para aposentados

Agora se você quer trabalhar apenas para não ficar sozinho ou com muito tempo livre, uma opção é encontrar um trabalho voluntário. 

É claro se dinheiro não for uma prioridade para você. O que, na verdade, é o caso de muitos idosos. 

Pois é comum depois de se aposentar as pessoas da terceira idade usar o seu tempo livre para desenvolver um hobby ou ajudar outras pessoas. 

Como trabalhar, por exemplo, em abrigo de animais, hospitais, creches, orfanatos, igrejas, escolas, com mentoria, como voluntário de conservação ambiental, no Centro de Valorização da Vida (CVV)…

Sempre também há possibilidade de fazer o seu próprio projeto. Pode ser para ler para outras crianças, distribuir livros, brinquedos ou somente conversar.   

Conclusão

No artigo de hoje te expliquei 48 oportunidades para quem quer ter um emprego na terceira idade. 

Separei por setores e te mostrei opções para trabalhar meio período, home office, com horário flexível, com baixo estresse e voluntariamente. 

Se alguma dessas dicas te ajudou deixe um comentário. E se você é um idoso ou conhece alguém da terceira idade que trabalha, conta aqui para gente nos comentários.

 

O que é invalidez parcial

O que é invalidez parcial?

Se você NÃO sabe o que é invalidez parcial, você precisa compreender esse conceito antes de contratar um seguro de vida. 

Isso porque esse é um termo essencial para você ter segurança quando precisar acionar o seu seguro

Nesse artigo, além de explicar o que é invalidez parcial, vou te mostrar também quais são os casos que se encaixam nessa definição e como funciona a indenização. 

Vamos começar do início…

Tipos de invalidez

Existem dois tipos de invalidez: parcial e total. A invalidez total é aquela que caracteriza perda por completo das funções de um determinado órgão, membro ou parte do corpo. 

Já a invalidez parcial é quando há perda fracionária das funções. 

Além disso, as seguradoras também podem oferecer coberturas para invalidez por doença ou invalidez por acidente, independente da causa.

Nesse artigo, vou te mostrar…

O que é invalidez parcial

A invalidez parcial é a incapacidade do segurado de desempenhar uma ou mais tarefas importantes para a sua ocupação. 

Por exemplo, quando o segurado não consegue trabalhar integralmente depois de um acidente, mas consegue executar algumas tarefas da sua ocupação.

No entanto, essas situações devem ser analisadas em cada contrato individualmente. 

Isso porque os benefícios oferecidos variam de uma seguradora para outra e, geralmente, são derivadas de uma fórmula que garante o pagamento mensal ou total da indenização. 

Outro ponto importante é entender que, normalmente, as seguradoras usam dois termos para distinguir a capacidade de desempenhar as tarefas: ocupação própria e qualquer ocupação.

A política de ocupação própria é quando a invalidez impede o segurado de desempenhar os importantes deveres de sua ocupação na qual exerciam antes de sua deficiência, ou seja, ele não pode desempenhar todos os deveres importantes.

Já a política de qualquer ocupação é quando a invalidez impede o segurado de desempenhar os deveres de qualquer ocupação pela qual foram treinadas.

Causas comuns de invalidez parcial

Agora que você já sabe o que é invalidez parcial, vou te mostrar as causas mais comuns que fazem parte da cobertura do seguro por invalidez parcial.

As principais causas de invalidez parcial abordadas nas seguradoras envolve ataques cardíacos, câncer, problemas no pescoço e nas costas, diabetes, fibromialgia…

Além disso, também abrange:

  • Perda total da visão de um olho; 
  • Surdez total incurável de um ou de ambos os ouvidos;
  • Mudez incurável;
  • Fratura não consolidada do maxilar inferior;
  • Imobilidade do segmento cervical da coluna vertebral;
  • Perda total do uso de um dos membros superiores, de um dos polegares ou de um dos pés; 
  • Fratura não consolidada;
  •  Amputação;
  •  Entre outros.

Cuidados ao contratar o seguro por invalidez

Cuidados ao contratar o seguro por invalidez

Observe que há diferença quando você contrata um seguro para cobrir casos de invalidez temporária e permanente. 

No caso da invalidez permanente, a cobertura do seguro, normalmente, só vale depois que se esgotarem todas as formas de tratamentos médicos disponíveis.

Agora se um mesmo acidente causar a invalidez de mais de um membro ou órgão, o capital segurado será a soma dos dois percentuais.

Funciona assim: cada apólice de seguro determina um percentual em cima do capital segurado caso ocorra algum dos sinistros listados. Se houver mais de um, haverá a soma desses percentuais.

Mas se por acaso o segurado sofrer um acidente, ficar inválido e depois ocorrer o óbito, os percentuais não serão acumulados. 

Além disso, a perda de dentes e os danos estéticos, geralmente, não fazem parte da cobertura do contrato e não dão direito a indenização.

Qual é a indenização para invalidez parcial?

Como te expliquei anteriormente, a invalidez parcial se configura quando, por exemplo, o segurado perde um membro e ainda tem condições de trabalhar na mesma função ou em outra ocupação. 

Nesses casos o seguro vai indenizar essa perda se estiver dentro das coberturas determinadas na apólice de seguro. 

É importante entender, que só se configura invalidez parcial quando estiverem esgotados todas as formas de tratamento e recursos terapêuticos para recuperação do segurado.

A indenização, de acordo com os percentuais estabelecidos no contrato, só poderá ser resgatada após alta médica definitiva.

Depois que o segurado receber alta médica definitiva, a seguradora pagará uma indenização de acordo com os percentuais estabelecidos no contrato.

A indenização por perda parcial terá uma diminuição proporcional ao grau da redução da capacidade funcional do segurado. Sobre essa redução é aplicado um percentual previsto no plano do seguro para a perda total do membro ou órgão lesado.

Como é feito o cálculo de indenização para invalidez parcial?

Para verificar qual o grau de invalidez, cada seguradora pode desenvolver sua própria tabela. 

Os valores devem seguir o padrão mínimo fixado pela Superintendência Nacional de Seguros (Susep).

Essa tabela serve para auxiliar no cálculo da indenização. Nela é apresentado percentuais aplicados sobre o capital segurado (valor da indenização) para cada sinistro.

Vou te explicar como isso acontece.

Primeiro a seguradora apura qual o grau de invalidez apontado pelo médico. Depois aplica-se o percentual indicado na Tabela de Invalidez da seguradora e, sobre esse resultado, aplica-se o Capital Segurado contratado.

Por exemplo, digamos que o segurado sofreu surdez depois de acidente, na tabela para esses casos aplicam-se 20% e a cobertura total contratada é R$ 50 mil. Depois da apuração do grau de invalidez testifica-se que a invalidez parcial é de 50%.

Sendo assim, o valor da indenização ficaria R$ 5 mil (50% de grau de invalidez apurado x 20% correspondente à surdez x R$ 50 mil).

Por isso, é importante você consultar a sua apólice e verificar a tabela de cálculo de indenização em casos de invalidez parcial.

Na falta dessa indicação poderá ser utilizada a classificação máxima (75%), média (50%) ou mínima (25%).

Conclusão

Nesse artigo te expliquei o que é invalidez parcial. Te mostrei quais são os tipos de invalidez que podem aparecer no contrato de um seguro de vida e quais as causas comuns que podem fazer parte da cobertura. 

Além disso, te mostrei quais cuidados você precisa ter ao ler o contrato e como é feito o cálculo para indenização. 

Se você tiver alguma dúvida sobre esse assunto, deixe um comentário que a nossa equipe fará o possível para te responder.

 

Seguro de vida resgatável: vantagens e desvantagem

Seguro de vida resgatável: vantagens e desvantagens

O seguro de vida resgatável ainda causa muitas dúvidas para as pessoas.  O nome pode parecer sugestivo, mas ele pode confundir se você não compreender exatamente o que ele significa. 

Além disso, como qualquer produto, esse tipo de seguro possui vantagens e desvantagens. 

É isso que vou te mostrar agora. O objetivo é você tirar suas próprias conclusões e decidir se essa é a melhor opção para você. 

Mas antes, você sabe…

O que é seguro de vida resgatável?

O seguro de vida resgatável é um tipo de seguro de vida em que você pode resgatar a indenização em caso de morte ou invalidez, ou recuperar um montante ainda em vida. 

Ou seja, trata-se de um produto que une o seguro de vida e uma reserva de sobrevivência.

Geralmente,  nesse caso o prêmio a ser resgatado tem valor fixo e não sofrem correção de preço ao longo dos anos em função da idade do segurado.

Isso quer dizer que as correções ocorrem somente por causa da inflação

Sendo assim, entende-se que esse tipo de seguro, além de pagar uma indenização em caso de morte ou invalidez, caso o segurado desista da apólice no meio do caminho, desde que respeitada a carência de 24 meses, poderá recuperar parte do dinheiro aplicado.

Como funciona o seguro de vida resgatável?

A carência para resgate nessa modalidade de seguro de vida é de 24 meses e o capital segurado é corrigido com juros acima da inflação.

No entanto, é preciso entender como funciona a formação desta reserva financeira resgatável.

Primeiro que não será a devolução dos prêmios pagos ou parte do capital segurado, e sim uma reserva financeira pré-estabelecida em contrato. 

Isso porque cada cliente possui um perfil diferente e, a partir da análise de risco, a seguradora ajuda a determinar qual o valor da indenização.

Outro ponto importante é que a proteção pode ser cancelada logo depois do resgate da indenização. 

Por isso, é essencial entender que cada seguradora tem suas próprias especificidades em relação às condições do seguro, por isso verifique com ela, antes de se decidir. 

Vantagens de ter um seguro de vida resgatável

Vantagens de ter um seguro de vida resgatável

Agora que você já entendeu o que é e como funciona um seguro de vida resgatável, separei primeiro as vantagens de contratar esse seguro e depois vou te mostrar quais são as desvantagens. 

Vamos lá?

Fusão entre proteção familiar e investimento

Isso significa que o seguro de vida resgatável, além de você pode resgatar a indenização em caso de morte, invalidez ou doença você também retirar o dinheiro para eventuais emergências. 

Ou seja, depois do prazo de carência, independente do motivo você pode resgatar a sua indenização.

Sendo assim, o segurado pode solicitar o resgate para suprir uma dificuldade de pagamento, para uma necessidade urgente de recursos, entre outros assuntos particulares. 

Sem contar que nessa modalidade também há a possibilidade de coberturas para despesas médicas, hospitalares, odontológicas e até mesmo seguro-viagem permanente.

Manutenção do equilíbrio dos valores mensais ao longo dos anos

No seguro de vida tradicional, o valor do prêmio pode ser alterado sempre que o segurado mudar de faixa etária. 

Já no seguro de vida resgatável esse ajuste não é necessário. Os únicos ajustes que podem ser realizados é segundo a inflação ou uma porcentagem anual pré-estabelecida em contrato. 

Isenção de imposto de renda e ITCMD

Assim como o seguro de vida tradicional, o resgatável não é considerado uma herança e, por isso, não é necessário o pagamento do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis (ITCMD).

Além disso, ele também é um dos produtos de proteção financeira que são isentos de Imposto de Renda.

Facilidade de pagamento do benefício a qualquer pessoa indicada pelo segurado

Essa é outra similaridade com o seguro de vida tradicional. O segurado pode adicionar a sua lista de beneficiários quem ele quiser. 

Ou seja,  ele pode adicionar pessoas que não são da família, assim como amigos e instituições. 

Quais são as desvantagens do seguro de vida resgatável?

Como te disse anteriormente, assim como qualquer produto, o seguro de vida resgatável também possui suas desvantagens. 

Por isso, preciso deixar claro para você quais são elas. Veja só:

Não é um investimento financeiro

O seguro de vida resgatável não é um investimento financeiro, mas sim investimento familiar. 

O que isso quer dizer?

Um investimento financeiro funciona com um rendimento em cima das aplicações mensais, já o seguro de vida resgatável possui um valor de indenização determinado e ajustado conforme a inflação. 

O cancelamento gera perdas

Como o seguro de vida resgatável é um contrato de longo prazo, o seguro deve manter o pagamento até quando for permitido o resgate da indenização. 

Ou seja, se dentro do prazo de carência você parar de pagar ou cancelar o seguro você vai perder o valor que já foi pago.

Além disso, há contratos que aplicam uma penalidade financeira caso aconteça o cancelamento antes do prazo estipulado. Essa multa podem variar 35% do valor total investido.

Perda de proteção

Com o cancelamento ou resgate antecipado, geralmente, a proteção no caso de sinistro é perdida também. 

Conclusão

Nesse artigo eu te expliquei o que é seguro de vida resgatável e como ele funciona. 

Além disso, te mostrei as vantagens e desvantagens de ter esse produto. Como, por exemplo, a isenção de impostos e a perda de proteção.

Agora é com você…

Se você tiver qualquer outra dúvida sobre o assunto, deixe um comentário que a nossa equipe fará o possível para te responder. 

Como aumentar renda: 10 maneiras inteligentes para fazer um extra

Como aumentar renda: 10 maneiras inteligentes para fazer um extra

Se tem um assunto que todo mundo gosta de conversar é sobre como aumentar renda. O que vou te mostrar aqui são maneiras inteligentes de você fazer uma grana extra. 

Não é errado querer ter um pouco mais de dinheiro. É super normal você querer elevar o seu padrão de vida e dar o melhor para a sua família

E, por outro lado, sei que a maioria das pessoas não quer morrer de tanto trabalhar e não conseguir usufruir o que conquistou. 

Por isso, vou te mostrar como você pode aumentar a sua renda de maneira inteligente, ou seja, aproveitando um pouco do seu tempo livre. 

Vamos lá?

1) Dirija para outras pessoas

Se você tem um carro, tempo livre e adora dirigir, para aumentar a sua renda basta se cadastrar em aplicativos de viagens curtas como, por exemplo, Uber, 99, Carpool, entre outros.

Hoje em dia não falta opção para quem quer viver como motorista ou apenas ganhar uma grana extra. 

A dica para conseguir se destacar é você sempre ser educado, atencioso e oferecer gratuitamente algum produto simbólico (água, balinha, álcool em gel…).

2) Faça entregas

Além disso, você também pode utilizar o seu carro ou sua moto para fazer entregas. Hoje em dia as pessoas estão fazendo muito mais pedidos do que antes. 

E se você pode fazer esse tipo de serviço, aproveite os aplicativos para fazer as entregas. 

Lembra que o objetivo é fazer uma renda extra, então você só precisa separar algumas horas do seu dia para se dedicar as entregas.

3) Faça pesquisas pagas online

Isso é real e funciona.

É claro que você não vai ficar milionário fazendo pesquisas pagas online, mas você pode conseguir aumentar a sua renda da sala da sua casa. 

Sites como Survey Pronto, Myiyo, LifePoints, Toluna, Qualibest, Livra, Swag Bucks e Survey Junkie estão entre alguns dos sites que você pode usar para realizar pesquisas pagas online. 

Além de ganhar dinheiro, algumas dessas plataformas possibilita trocar os pontos conquistados nas pesquisas por presentes. Isso é ótimo também, pois te ajudar a economizar.

4) Venda itens usados ​​online

Provavelmente você tem em sua casa, itens que estão em perfeitas condições e você não usa mais. Ou, pelo menos, você tem aquele produto que comprou pensando que ia usar mais nunca tirou da caixa. 

Para isso você tem duas opções: doar ou vender. 

E você pode fazer os dois! Por exemplo, eu sempre faço um limpa no meu guarda-roupa e separo em três pilhas: roupas que uso, roupas para doar e roupas para vender. 

A diferença entre as roupas para a doação e as roupas para vender é só questão de utilidade. Por exemplo, os vestidos de festas geralmente eu vendo, porque as famílias carentes aqui da minha região precisam muito mais de uma boa blusa e calças do que de um vestido elegante. Entendeu?

Você pode fazer isso também com livros, artigos de cozinha, bijuterias e joias… Praticamente, qualquer coisa dá para você vender na internet. 

Adiciona nas suas redes sociais ou então cadastre o produto em sites como Amazon, eBay, Enjoei, Mercado Livre, Olx, Ficou Pequeno (brechó infantil), Remobile (para móveis), Estante Virtual (para livros), entre outros.

5) Alugue sua casa ou um espaço por temporada

Alugue sua casa ou um espaço dela por temporada

Vai passar muitos dias fora de casa ou tem um cômodo que não utiliza para nada?

Alugar a sua casa ou um espaço dela pode ser uma ótima maneira de aumentar a sua renda. 

Você pode fazer isso no Airbnb, Booking, Temporada Livre, Couchsurfing, 9flats, Vrbo, Homestay e Tripadvisor.      

Geralmente, nesses sites você determina a disponibilidade, preços, regras da casa e como deseja interagir com os hóspedes.

O quanto que você vai ganhar depende do tamanho e das condições da sua casa e da sua localização. 

Isso quer dizer que se você estiver bem localizado a sua renda será muito maior. Esse tipo de aluguel pode gerar uma renda de extra de R$ 36 até R$ 15 mil por dia.

6) Alugue seu carro

Lembra que te falei para você usar os aplicativos para viagens curtas de carro? Mas se por acaso você não gostar de dirigir, tenho a solução para você. 

Uma ótima maneira de aumentar a renda é alugando o seu carro. Assim como na opção anterior, você pode utilizar aplicativos e sites para te ajudar.

Algumas das opções são: Moobie, RentCars e Movida

5) Faça marketing de afiliado

Marketing de afiliado, de maneira simples, é você divulgar o produto de outra pessoa no seu espaço na internet e ganhar uma comissão em cima disso.

Ou seja, é uma maneira passiva de aumentar a sua renda. 

Você pode fazer isso através do Hotmart, Monetizze e Eduzz

6) Seja um Freelancer

Uma excelente opção para quem tem um trabalho fixo para aumentar a sua renda é pegar outros trabalhos como freelancer. 

Ou seja, ceder uma parte do seu tempo e conhecimento para fazer serviço temporário para outras empresas. 

É claro que sempre mantendo o sigilo das informações que você possui no seu emprego fixo. 

Além disso, há pessoas que já vivem somente de freelancer. Isso significa que elas não possuem nenhum vínculo empregatício, mas mantém serviços com diversos clientes. 

Uma das formas de alcançar novos clientes é através de sites e plataformas como 99freelas, Workana, Fiverr, GetNinjas, entre outros. 

7) Receba reembolso quando fizer compras

Já pensou receber de volta uma quantia do dinheiro que você gastou ao comprar alguma coisa?

Isso é totalmente possível. Basta você se cadastrar em sites e aplicativos que oferecem essa opção. Como, por exemplo, Livelo, Cashback World, Ame Digital e Méliuz

Lembrando que nessa opção você não vai aumentar a sua renda, mas sim economizar.  O que, tecnicamente, você estará ganhando dinheiro.

8) Faça investimentos

Outra forma de aumentar a sua renda é separar uma parte do que você recebe para aplicar na Bolsa de Valores, Fundo Imobiliários ou Tesouro Direto.

Algumas dessas aplicações requer maior conhecimento do que outras. Por isso, a minha sugestão é você começar pelo Tesouro Direto, que é uma maneira mais simples de investir e você pode começar com pouco. 

Dá uma olhada nesse vídeo:

9) Revenda produtos importados

Outra opção é você revender produtos importados nas suas redes sociais ou nas plataformas que te mostrei anteriormente.

Uma boa opção para esse tipo de negócio é você encontrar uma empresa que receba os seus produtos no país de origem e depois envie para você. 

Caso contrário, não será vantajoso você pedir para entregar direto na casa. Vai ficar caro do mesmo jeito e o próprio cliente pode fazer isso.

Um exemplo é o site QueriaTanto.com. Ele recebe suas compras realizadas nos Estados Unidos, unifica tudo em uma única caixa e envia para o seu endereço no Brasil.

10) Passeie com cachorros 

Se você ama os animais e tem um tempo livre para fazer uma renda extra, que tal levar os cachorros dos vizinhos para passear?

Antigamente, isso era realizado apenas de boca em boca ou com uma placa no portão/porta de casa. 

Agora, com a internet, você pode utilizar plataformas especializadas no assunto. Assim como DogHero e Dog Walk.

DICA BÔNUS: Ganhe dinheiro pelas tarefas que você faria de qualquer maneira

DICA BÔNUS: Ganhe dinheiro pelas tarefas que você faria de qualquer maneira

Dei uma vasculhada na internet e separei para você outros aplicativos que vão te ajudar a aumentar a sua renda. Veja só:

Conclusão

No artigo deste hoje você viu 10 maneiras inteligentes de aumentar a sua renda. Você viu que é possível ganhar dinheiro na internet, alugando sua casa, alugando seu carro, com reembolso, com investimento…

Além disso, te indiquei vários sites e plataformas que vão te ajudar a fazer uma renda extra. 

Ainda não testei todos, então se você já conhece algum deles deixa aqui nos comentários a sua experiência. 

 

Qual o valor do seguro de vida Saiba como é calculado o preço

Qual o valor do seguro de vida? Saiba como é calculado o preço

Se você quer saber o valor do seguro de vida é importante você entender como isso é calculado. 

Talvez você pense que é um preço absurdamente caro e que não faz parte da sua realidade. 

Ou que esse não é um benefício essencial para a sua segurança, ou da sua família.

Só que vou te mostrar que há opções de seguro de vida que cabem no seu bolso e possuem as mesmas vantagens dos mais caros. 

Mas antes, você sabe…

Para que serve um seguro de vida

De maneira bem simples, o seguro de vida serve para evitar que você e seus dependentes sejam pegos de surpresa quando ocorrer um imprevisto. Além de ajudar a restabelecer a sua família financeiramente, caso você venha falecer. 

Isso porque o seguro de vida não serve apenas para caso de morte, mas também para quando acontecer um incidente que causa invalidez ou quando há a notícia de um diagnóstico de doença grave. 

Quanto custa o seguro de vida?

Para saber quanto custa um seguro de vida, você precisa avaliar o custo-benefício dessa solução.

Pois uma das vantagens de contratar um seguro de vida é que você pode ser isento de alguns tributos como Imposto de Renda e Imposto sobre Transmissão Causa Mortis (ITCMD).

Além disso, para saber quanto custa o seguro de vida você precisa entender que o que você vai pagar por mês vai depender da sua idade, profissão, sexo e outras informações que a seguradora acredite ser necessário para avaliar. 

No meu caso, por exemplo, o custo mensal (prêmio) pode variar de R$ 12 até R$ 60, dependendo da seguradora. 

Por esse preço a indenização pode ser de R$ 10 mil a R$ 300 mil, dependendo do contrato. 

Uma simulação realizada pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) com o perfil de um homem, casado, não fumante/não obeso, administrador de empresas, 35 anos, 70kg e 1,70m verificou que o custo de seguro de vida fica por R$ 140/mês para esse perfil. 

Isso recebendo uma indenização de R$ 50 mil. Já supondo com uma cobertura adicional de R$ 100 mil, o valor fica R$ 255/mês.

Ou seja, para saber o custo do seguro de vida você precisa entender qual cobertura vai precisa e qual o seu perfil.

A minha dica é você contratar um seguro de vida não pelo prêmio que você vai pagar, mas sim pelo valor da indenização. 

Vou te explicar. 

Quanto deve ser o valor da indenização do seguro de vida?

Quanto deve ser o valor da indenização do seguro de vida

Para saber quanto os seus dependentes vão precisar caso aconteça alguma coisa com você, você precisa avaliar a renda e as despesas da família.

Ou seja, você precisa anotar o quanto você gasta por mês com escola, carro, contas, plano de saúde, dívidas, financiamentos, gasto médio com alimentação, lazer…

Depois é só fazer uma conta, que daqui a pouco vou te ensinar. Mas primeiro vamos para uma situação hipotética que vai te ajudar a visualizar. 

Imagine uma família formada por um casal e um filho, sendo que o pai será o contratante do seguro. 

O pai possui um salário de R$ 4 mil e a mãe de R$ 3 mil, já o filho mesmo estando na faculdade ainda não possui renda. Sendo assim, a renda total da família é R$ 7 mil.

Depois de colocar no papel todos os gastos e despesas, o pai descobriu que a família gasta R$ 5 mil por mês, já contando com a faculdade do filho. 

Para descobrir quanto deverá ser o valor da indenização, basta pegar a despesa mensal e multiplicar por 36 meses. Esse será o valor para deixar a sua família segura nos próximos três anos. 

Sendo assim, voltando ao nosso exemplo, o pai deverá procurar um seguro em que a indenização seja de, no mínimo, R$ 180 mil. 

Pode parecer que o prêmio será alto, mas há seguradores com essa indenização que o valor mensal é R$ 60. Por isso, é importante falar direto com o corretor de seguros.

Como é calculado o preço de um seguro de vida?

Os preços variam de seguradora para seguradora, mas, como te disse anteriormente, o que é levado em consideração é o perfil do contratante. 

Isso porque a seguradora avalia cuidadosamente quais os riscos de sinistro (falecimento ou invalidez) de cada segurado.

Por exemplo, uma mulher de 40 anos que faz atividades físicas vai ter um valor mais baixo do que uma mulher de 40 anos que é sedentária. 

Além disso, o preço do seguro de vida também varia de acordo com a cobertura que vai ser contratada (Assistência Funeral, Doenças Graves e Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente, entre outros).

Sendo assim, para fazer o cálculo do preço do seguro de vida a operadora repassa para os clientes um formulário com todas as perguntas relevantes para determinar esse valor. 

A maioria possui perguntas como:

  • Se o contratante é casado, tem filhos;
  • Se possui bens, como casa, carro e investimentos;
  • Qual a idade do segurado e dos seus dependentes;
  • Qual o histórico médico;
  • Profissão do segurado e o que ele faz como lazer;
  • Entre outros.

Conclusão

No artigo de hoje te explique qual é o valor do seguro de vida. Além disso, te mostrei para que serve o seguro de vida, quanto deve ser o valor da indenização e como é calculado o preço do seguro de vida. 

Se você tem alguma dúvida que não foi respondida neste artigo, deixe nos comentários que a nossa equipe fará o possível para te responder.

 

Quanto-custa-criar-um-filho-Uma-projeção-de-0-a-23-anos

Quanto custa criar um filho? Uma projeção de 0 a 23 anos

Se você é uma das pessoas que planeja tudo antes de executar, há grandes chances de você estar pensando quanto custa criar um filho. 

Eu sou exatamente esse tipo de pessoa e, por isso, fiz uma pesquisa densa sobre tudo o que a gente precisa saber para estar preparado e dar o melhor para os nossos filhos. 

A ideia não é te assustar com os valores, mas sim te preparar para uma realidade que pode estar cada vez mais perto de você. 

Além disso, com o que vou te mostrar aqui você também já pode começar a pensar em um investimento e em quanto você deve guardar todo mês. 

Os dados relatados aqui é de uma pesquisa realizada pelo  Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing (Invent).

Mas antes de te mostrar os números, quero te explicar…

Quando iniciar o planejamento?

Se você já está pensando em ter filhos é importante iniciar este planejamento financeiro, se possível, antes mesmo da gravidez acontecer. 

Primeiro porque se você pretende contratar um plano de saúde para ter uma tranquilidade maior na hora do parto, você precisa lembrar que a maioria das operadoras pede uma carência de 300 dias. 

Isso quer dizer que somente depois de 11 meses o seu plano de saúde vai cobrir o parto do bebê

O segundo ponto que você deve considerar nesse planejamento é que para saber quanto custa criar um filho, você precisa verificar tudo o que acontece durante a gravidez (exames, consulta, etc). 

Sendo assim, o melhor momento para iniciar o planejamento financeiro para o seu filho é de seis meses a um ano antes de pensar em engravidar. 

Lembrando que esse prazo pode ser alterado, ou seja, você pode engravidar antes de um ano ou depois. 

A ideia aqui é você criar uma reserva financeira antecipadamente. 

Quanto gasta com enxoval, decoração e vestuário?

Esse é um ponto essencial para saber quanto custa criar um filho. Na grande maioria das vezes quando é o primeiro filho ainda não tem o enxoval, a decoração do quarto do bebê nem as roupas. 

A boa notícia aqui é que com a chegada do bebê, você com certeza vai ganhar muitos presentes como, por exemplo, fraldas, banheira, bebê conforto, carrinho…

Alguns deles podem ser repassados por aquelas mães que são suas amigas até mesmo sem a necessidade de fazer um chá de bebê. 

Já para a decoração do quarto do bebê não tem como fugir, o gasto aqui é essencial. Geralmente, para montar um quarto com mosquiteiro, berço, cômoda e artigos decorativos fica em torno de R$ 2.000 a R$ 10.000

Isso sem contar com as reformas e adaptações que talvez sejam necessárias. 

A ideia aqui para economizar é os próprios pais pintarem e decorarem o quarto, além de buscar comprar esses móveis em brechós da cidade. 

Além disso, mesmo ganhando roupas e peças do enxoval no chá de fralda você vai acabar gastando entre R$ 2 mil para completar o que não ganhou. 

Quanto gasta na gestação?

Como te expliquei anteriormente, para saber quanto custa criar um filho você precisa mensurar isso já na gestação (quem sabe até antes isso). 

Na gestação os gastos, geralmente, são com plano de saúde (em torno de R$ 560  a R$ 800 por mês) ou, caso não opte por um plano de saúde:

  • Consultas mensais (R$ 100 a R$ 300,00);
  • Vitaminas e remédio (R$ 120);
  • Exames mensais (R$ 150);
  • Internação da gestante/parto (R$ 800 a R$ 10.000);
  • Berçário (R$ 1.000). 

É claro que esses valores podem ser reduzidos de acordo com o local em que você mora e se você vai optar pelo serviço de saúde público. 

Para ter uma quantificação mais precisa, faça uma pesquisa na sua região e deixe tudo anotado em uma planilha. 

Quanto gasta com o filho de 0 a 3 anos?

Os gastos nessa fase se resume a medicamentos, vacinas, pediatria, babá ou creche e fraldas. 

Uma consulta no pediatra fica em torno de R$ 200, as vacinas ficam por esse valor também e os medicamentos em torno de R$ 100 a R$ 300, dependendo do caso. 

No entanto, é importante ressaltar que muitos desses serviços são fornecidos pela saúde pública brasileira e também estão dentro da cobertura da maioria dos planos de saúde. 

Já no caso das fraldas não tem muito para onde fugir. Fazendo um cálculo rápido se, em média, são utilizadas 6 fraldas por dia (dos 6 meses a 1 ano) e 8 a 10 fraldas por dia (de 1 a 2 anos) e considerando que um pacote com 60 fraldas é em torno de R$ 80 reais, você vai gastar cerca de R$ 6.240 reais com fralda

É claro que esse valor pode ser bem menor se você fizer um chá de fralda. 

Quanto gasta com o filho de 4 a 6 anos?

Se você não vai ficar em casa cuidando dos filhos (que é o caso da maioria das famílias), a creche ou a babá e a escola vão ficar mais presentes na sua conta. 

Além disso, há o gasto com material escolar, uniforme, transporte, festinhas, presentes, entre outros. 

O gasto aqui pode variar de R$ 800 por mês até R$ 4 mil, dependendo do local onde você mora. 

Isso porque uma escola particular possui, geralmente uma mensalidade média de R$ 700 e o transporte gira em torno de R$ 300.

Quanto gasta com o filho de 7 a 17 anos?

Essa é a fase do ensino fundamental e ensino médio. Aqui além dos custos com mensalidade da escola e transporte, também haverá os custos com os cursos, roupas e mesada. 

Sendo assim, o custo total aqui por de chegar até R$ 150 mil. O que dá R$ 1250 por mês durante 10 anos. 

Quanto gasta com o filho de 18 a 21 anos?

Não existe mais aquela ilusão que depois dos 18 anos o filho é independente, o custo para criar o seu filho aqui vai estar relacionado a mensalidade da universidade. 

Isso se ele não estudar em uma instituição pública. 

Mas pensando no caso de pagar uma faculdade, esse custo aqui vai depender de qual curso o seu filho vai estudar. O valor mensal pode variar de R$ 450 até R$ 5 mil. Sem contar com os livros, trabalhos, viagens, mesada, etc. 

Quanto gasta com o filho de 22 aos 23 anos?

Essa, provavelmente, é a última etapa de altos gastos com o seu filho. É nessa fase que eles já são ou querem ser independentes financeiramente e os custos vão diminuindo gradativamente. 

Com a faculdade já inicia os estágios e logo depois o primeiro trabalho. 

Resumindo: quanto custa criar um filho

Resumindo em uma tabela, o custo para criar um filho, geralmente é:

Resumo quanto custo criar um filho

 Fonte: Folha de S. Paulo e Invent.

Sei que você pode ter ficado um  pouco assustado ou confuso com a quantidade de gastos que terá com o seu filho até os 23 anos. Mas será…

Vale a pena esperar pelo momento ideal para ter filhos?

A resposta é NÃO! 

Isso porque esse momento ideal nunca vai chegar. Sempre vai aparecer imprevistos ou momentos que parecem não serem os mais favoráveis. 

E talvez os números te assustam, mas também não é motivo de desistir. Tudo com planejamento e esforço dá para economizar. 

Por outro lado, se não der para planejar você também pode pensar em um guardar ou aplicar um dinheiro para despesas mais essenciais como escola e faculdade.

Conclusão

No artigo de hoje eu te mostrei quanto custa criar um filho de 0 a 23 anos. Te expliquei o que você vai gastar em cada fase e ainda te dei alguns valores que podem te guiar. 

Mas lembrem-se que esses valores podem mudar de uma cidade para outra. 

Então se você gosta de planejar pode fazer um planilha e anotar todos esses pontos que apresentei para você.

E se tiver alguma sugestão sobre esse assunto, deixe um comentário que vamos ficar felizes em te responder. 

 

Como fazer seguro de vida: 6 passos para clarear a sua mente

Como fazer seguro de vida: 6 passos para clarear a sua mente

Se você quer saber como fazer seguro de vida, você precisa acompanhar esse artigo até o final.

Sei que pode parecer um pouco confuso esse processo, mas aqui separei para você todas as informações necessárias que vão te ajudar a fazer um contrato. 

Mas antes, você sabe…

O que é e como funciona o seguro de vida?

O seguro de vida nada mais é do que um contrato que visa garantir a sua segurança financeira e de seus dependentes em situações inesperadas. 

Geralmente, ele funciona assim: você paga um valor mensal (prêmio) e, caso ocorra algum sinistro, a seguradora fica responsável em pagar uma quantia previamente estabelecida (indenização) para os beneficiários.

O prêmio varia de acordo com a cobertura que você escolher na hora do contrato, pois depende da sua faixa etária, profissão, sexo, hábitos e objetivos.

Já para receber a indenização, o beneficiário ou segurado (em caso de acidente ou doença) deve acionar a seguradora, enviar os documentos e aguardar aprovação.

Por que contratar um seguro de vida?

Talvez você saiba, talvez não. Mas o principal motivo para você contratar um seguro de vida é porque ele é um investimento para situações imprevisíveis. 

É claro que ninguém espera que aconteça um incidente ou um diagnóstico grave, mas se essas situações acontecerem é provável que você não esteja preparado financeiramente para isso. 

Pois as despesas médicas e até mesmo os trâmites para realizar um funeral são muito caro. 

Já com um seguro de vida você tem a tranquilidade para você e sua família caso aconteça algum desses imprevistos. 

Isso porque além da indenização em dinheiro, há aqueles seguros que cobrem despesas hospitalares e fornecem auxílio funerário.

6 passos sobre como fazer um seguro de vida

Agora que você sabe o que é, como funciona e por que você deve ter um seguro de vida, vou te mostrar o passo a passo para você fazer um.

Vamos lá? 

1)  Saiba a diferença entre seguro de vida e seguro de acidentes pessoais

O seguro de vida não é a mesma coisa do que seguro de acidentes pessoais. Isso porque o segundo serve apenas para casos de mortes que ocorreram devido a acidentes.

Já o seguro de vida a abrangência é bem maior. Você pode assinar planos que cobrem o risco de morte (natural ou acidental), acidentes e doenças graves. 

Ou seja, fazer um seguro de vida é muito mais vantajoso do que um seguro para acidentes pessoais.

2) Escolha a cobertura do seguro de vida

Como te mostrei anteriormente, o seguro de vida possui vários tipos de cobertura. Você precisa analisar quais deles são ideais para as suas necessidades e dos seus dependentes.

Normalmente, as coberturas são as seguintes:

  • Caso de morte;
  • Caso de invalidez;
  • Despesas médicas, hospitalares e odontológicas;
  • Diárias de Incapacidade Temporária (DIT);
  • Diárias por Internação Hospitalar (DIH);
  • Reembolso com custos ligados a medicamentos, em determinadas condições;
  • Auxílio-funeral;
  • Entre outros.

Sendo assim, avalie quais coberturas serão necessárias para garantir a sua segurança e a da sua família.

Por exemplo, se você é um microempreendedor você pode contratar um seguro de vida com a cobertura para Diárias por Incapacidade Temporária (DIT). Ela serve para te assegurar nos períodos em que você não puder trabalhar, devido a doenças cobertas pelo seguro.

O que quero te mostrar é que o seguro de vida não é apenas para o caso de morte. Isso é um equívoco que muitas pessoas comentem e, por isso, deixam de fazer esse investimento.

Além disso, ainda existem aqueles seguros de vida que disponibilizam serviços complementares como, por exemplo, serviços de assistência residencial, automotiva, nutricional e medicamento; cesta básica mensal por determinado tempo à família…

Lembre-se que você pode fazer a combinação que achar melhor. Cada seguradora terá os seus próprios custo-benefício.

3) Leia toda a proposta e as condições gerais do seguro

Leia toda a proposta e as condições gerais do seguro

Antes mesmo de assinar o seguro de vida você precisa saber exatamente quais são os seus direitos e deveres.

Observe com atenção qual carência da apólice, qual a abrangência geográfica das coberturas, quais os riscos excluídos, qual valor máximo de capital segurado, qual valor do prêmio, entre outros.

4) Calcule o capital segurado

O capital segurado é o valor que os seus beneficiários (ou segurado) vão receber caso ocorra o sinistro.

Alguns especialistas recomendam que esse valor seja de 3 a 10 vezes o valor de sua renda anual. 

Outros que você deve calcular item a item suas despesas anuais com a família (simulando os reajustes dos valores de acordo a inflação no período) e depois multiplicando o resultado pela quantidade de anos de proteção familiar.

Confuso?

Sei que não é fácil calcular a indenização que você e seus dependentes vão precisar em caso de imprevisto. 

A minha sugestão é você começar calculando ou, até mesmo, colocar em uma planilha todos os gastos essenciais para manter todas as pessoas que dependem de você financeiramente.

Lembre-se de fazer uma projeção de quanto tempo sua família vai precisar desse dinheiro para se manter sem você.

Ou você pode pensar na faculdade dos filhos, nos custos com medicamentos, no pagamento do aluguel…

Se possível, entre em contato com um corretor de seguros ou planejador financeiro, esses profissionais são ideais para tirar suas dúvidas e te ajudar a calcular o capital segurado.

É importante ressaltar que você precisa reavaliar anualmente (ou a cada cinco anos) esse valor, assim você consegue manter o padrão adequado caso ocorra algum sinistro.

5) Busque a seguradora que você se identifica

Uma vez que você já tenha uma noção de todas as informações que te mostrei nos passos anteriores, agora é a hora de você buscar a seguradora que mais combina com as suas necessidades.

Sendo assim, faça uma cotação de preço com as melhores empresas do mercado e lembre-se de verificar as coberturas disponíveis em cada uma delas.

Não compare apenas o preço, lembre-se também de olhar se é o mesmo valor de capital segurado, o período de carência e se são as mesmas coberturas.

6) Avise a sua família

Não é recomendado apenas você saber sobre a apólice de seguro de vida. Isso porque se ocorre um sinistro, a sua família precisa saber o que ela pode fazer para receber a indenização.

Apesar do processo de acionar o seguro de vida ser bastante simples, cada cobertura possui um prazo para que a seguradora seja notificada.

Sendo assim, converse com a sua família e explique todas as informações que eles precisam saber caso ocorra um sinistro.

Conclusão

Para saber como fazer um seguro de vida eu te mostrei 6 passos simples que vão te ajudar a clarear a sua mente. 

Além disso, te mostre o que é, como funciona e por que você precisa contratar um seguro de vida. 

Se você tiver alguma dúvida, deixe um comentário que faremos o possível para te responder.

 

Passo a Passo: como acionar o seguro de vida

Passo a Passo: como acionar o seguro de vida

Quer saber como acionar o seguro de vida? Leia este artigo que vou te mostrar um passo a passo para você não ter que se preocupar quando precisar receber a sua indenização.

É extremamente importante você entender isso, mesmo você sendo o segurado ou o beneficiário. 

Afinal de contas, essa informação vai te dar a tranquilidade que você busca quando contrata um seguro de vida. 

Mas antes de te  mostrar esse passo a passo, você sabe… 

Quais as vantagens do seguro vida?

Eu não sei você sabe quais são as vantagens de contratar um seguro de vida, mas quero deixar claro o que você está ganhando quando tem esse tipo de investimento. 

Chamo de investimento porque você terá um retorno com o que você aplica. Seja monetariamente ou com serviços. 

Isso porque hoje em dia o seguro de vida não é mais apenas uma indenização, mas sim uma proteção para o segurado e sua família. 

Afinal de contas, existe no mercado apólices para caso de invalidez, cobertura de despesas hospitalares, auxílio funerário e, até mesmo, o resgate do valor aplicado. 

Sendo assim, as vantagens do seguro de vida se resume a proteger e auxiliar você e seus dependentes em situações imprevisíveis

Agora que você já sabe por que deve fazer esse investimento, vou te mostrar o passo a passo de como acionar o seguro de vida. 

 

1.º Passo: recorde o que tem na sua apólice

É extremamente importante que você e seus dependentes saibam o que tem descrito na apólice (contrato do seguro). 

É nela que você vai encontrar as informações sobre a cobertura de seguro, a vigência, os valores e quem são os beneficiários. 

Se por acaso não constar na apólice de seguro de vida os nomes dos beneficiários, fique tranquilo. 

Segundo o Código Civil Brasileiro, a divisão do valor deve ficar 50% para o cônjuge e 50% para os herdeiros legais. 

Mas isso apenas se não tiver os nomes dos beneficiários. Lembre-se que uma das vantagens do seguro é que você pode adicionar quem você quiser

Ou seja, além dos herdeiros legais e os cônjuges, os beneficiários também podem ser amigos, parentes e, até mesmo, instituições. 

2.º passo: verifique qual é a cobertura do seguro

Não é porque alguém tem um seguro de vida que pode acontecer qualquer coisa que ele vai ser indenizado. 

É importante verificar quais foram as coberturas contratadas para saber se tem o direito de acionar o seguro de vida ou não. 

Geralmente, as coberturas são:

  • Morte Natural;
  • Morte por Acidente;
  • Invalidez Permanente Total/Parcial por Acidente (IPA);
  • Invalidez Funcional/Laborativa Permanente Total Decorrente de Doença (IFPD);
  • Despesas Médicas, Hospitalares e Odontológicas (DMHO);
  • Diárias de Incapacidade Temporária (DIT);
  • Diárias por Internação Hospitalar (DIH);
  • Doenças Graves (DG).

Além disso, alguns seguros de vida cobrem também as internações, velório e outras despesas relacionadas ao óbito ou doença.

3.º passo: separe a documentação

3.º passo separe a documentação

Depois de verificar corretamente a apólice de seguro e a cobertura do plano contrato, para acionar o seguro de vida você precisa entregar alguns documentos. 

Normalmente, a seguradora envia um formulário e solicita uma lista com a documentação que você precisa apresentar. 

Sendo assim, antes de comunicar a seguradora tenha em mãos esses documentos para facilitar o processo. 

Geralmente, a documentação requerida é:

  • Certidão de Óbito (se for o caso);
  • Certidão de casamento ou nascimento com data atualizada (expedida após o óbito);
  • Beneficiário Menor de idade: cópia simples de Certidão de nascimento;
  • Entre 16 e 18 anos: cópia simples do CPF;
  • Maior de idade: RG, CPF e comprovante de residência;

Além disso, dependendo da cobertura do seguro de vida outros documentos específicos são exigidos. Em caso de invalidez por acidente, por exemplo, é solicitado o atestado e exames médicos que comprovem as sequelas deixadas pelo acidente, carteira de motorista (se o acidente foi de carro), boletim de ocorrência policial (se tiver), entre outros. 

4.º passo: comunique a seguradora do sinistro

Posteriormente, para acionar o seguro de vida, o beneficiário deve informar a segurado sobre o sinistro

Ou seja, comunicar o ocorrido que o levou a solicitar a indenização do seguro.

Essa comunicação tem o prazo de 3 anos, contados a partir do sinistro. Isso quer dizer que esse é o limite máximo para o beneficiário entrar em contato com a seguradora. 

Por isso, é importante você avisar os seus dependentes sobre o seguro de vida. Caso venha acontecer alguma coisa com você, eles não correm o risco de perder a indenização.

Nos casos do próprio segurado precisar acionar o seguro de vida (como no caso de acidente, por exemplo), esse prazo de prescrição é de 1 ano. O início desta contagem depende da modalidade de cada seguro. 

Além disso, você também deve ficar atento aos prazos das coberturas para invalidez ou doenças graves. 

Geralmente, nesses casos, o prazo para acionar o seguro começa a contar a partir da data de formalização pela Previdência Social ou do diagnóstico. 

Quanto tempo leva para a seguradora pagar a indenização?

Após a entrega da documentação completa de acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a seguradora tem o prazo de 30 dias para realizar o pagamento da indenização.

No entanto, o prazo pode ser suspenso ou prorrogado caso a seguradora compreenda que necessita de mais documentos, ou esclarecimentos adicionais.

Além disso, se ela passar do prazo de 30 dias para realizar o pagamento, o valor da indenização será atualizado de acordo com os índices de correção monetária.

A indenização do seguro de vida pode ser negada pela seguradora?

É totalmente possível a seguradora negar a indenização ao beneficiário. No entanto, ela precisa comprovar que houve alguma violação das condições gerais da apólice do seguro ou que o beneficiário está agindo de má-fé. 

Geralmente, isso acontece quando o sinistro não está dentro da cobertura do seguro, ainda está no prazo de carência, caso de doença pré-existente, atraso das parcelas e ausência de legitimidade.

Caso aconteça uma negativa, a minha sugestão é você procurar um profissional qualificado para fazer a análise do caso. 

Pois em algumas situações é possível entrar na Justiça para conseguir receber a indenização.

Mas fique atento: o beneficiário tem até 1 ano para contestar essa decisão na Justiça e requerer o valor determinado.

Conclusão

Neste artigo eu te mostrei como acionar o seguro de vida. Você viu em 4 passos como é fácil você conseguir receber a indenização. 

Além disso, te expliquei também quanto tempo leva para a seguradora pagar e o que você precisa fazer caso a indenização seja negada. 

Se você tiver qualquer outra dúvida sobre o assunto, deixe um comentário que a nossa equipe fará o possível para te responder.

 

O que é apólice de seguro de vida?

O que é apólice de seguro de vida?

Se você quer saber o que é apólice de seguro de vida, você precisa ler esse artigo AGORA. 

Sei que há muitos termos técnicos nesse mercado, mas nada como uma boa leitura para você tirar as suas dúvidas. 

Eu poderia apenas te mostrar o conceito, mas vou fazer uma análise ampla sobre o assunto e te mostrar quais são os principais elementos, quais os principais tipos, o que deve constar na sua apólice, entre outros assuntos. 

Vamos lá?

Afinal, o que é apólice de seguro de vida?

Apólice de seguro de vida é o contrato do seguro que descreve os direitos e obrigações do segurado e da seguradora. 

É nesse documento que fica firmado o valor da indenização, os tipos de coberturas, as mensalidades e os nomes do segurado e beneficiários. 

Ou seja, é na apólice de seguro de vida que fica definido as regras, quais os casos de sinistros, quem são as pessoas que vão receber os valores. 

A apólice de seguro de vida pode ser emitida em até 15 dias após a assinatura do contrato. Nesse período o segurado já faz parte da cobertura do seguro, mesmo sem o documento em mãos. 

No entanto, fique atento que neste intervalo a seguradora tem o direito de recusar o pedido do cliente devido o resultado da análise de risco. 94385-558

Quais são os principais elementos da apólice de um seguro?

Se você está com a sua apólice de seguro de vida em mãos ou quando você recebê-la, você vai perceber que ela é cheia de outros conceitos que podem confundir a sua cabeça.

Por isso, separei aqui para você aqueles que você precisa saber para conseguir compreender esse documento. 

Veja só:

Interesse segurável

O interesse segurável é a relação que existe entre uma pessoa (segurado ou beneficiário) e o objeto do seguro.

Ou seja, é quem é o detentor legal do valor protegido. Seja em forma de indenização ou bens materiais.

Risco segurável

O risco segurável é a justificativa da contratação do seguro. Isso quer dizer que é todo e qualquer evento futuro e incerto, alheio à vontade e ao controle das partes, previsto no contrato. 

Essa ocorrência deve ser algo que impulsiona a necessidade de indenização por parte da seguradora. 

No caso do seguro de vida, o risco segurável, geralmente, são as possibilidades de morte ou de invalidez durante a vigência do contrato.

Prêmio

O prêmio nada mais é do que o valor mensal que deve ser pago à seguradora. Ele é calculado com base na possibilidade de que o risco aconteça durante o contrato. 

Como o prêmio do seguro de vida é calculado?

Como o prêmio do seguro de vida é calculado?

O prêmio do seguro é calculado segundo a probabilidade de materialização do risco coberto durante a vigência do contrato.

Ou seja, quais são as chances do segurado falecer ou ficar inválido?

Sei que pode parecer algo mórbido, mas esse calculado não é feito “gorando” a vida do cliente, mas sim de acordo com a idade. 

Isso porque conforme a gente vai envelhecendo, maiores são as chances desses eventos acontecerem. 

Para fazer esse calculo, primeiro a segurado envia um formulário com perguntas como faixa etária, gênero, profissão… E qualquer outro fator que possa ajudar o setor de análise de riscos a avaliar o segurado. 

Por exemplo, mulheres apresentam uma expectativa de vida mais alta, assim como pessoas que praticam algum exercício físico

A tendência é que o valor do prêmio para essas pessoas seja bem mais em conta do que para um homem totalmente sedentário.

Além disso, é importante destacar que as seguradoras utilizam para fazer esse calculo de risco um instrumento chamado: tábua biométrica. 

Quais são os principais tipos de apólice?

Saber o que é uma apólice de seguro de vida não é a única informação que você precisa dominar. 

Isso porque existem alguns tipos de apólices que você precisa conhecer antes de assinar um seguro de vida.

Pode parecer apenas nomenclaturas difíceis, mas é importante você conhecer a diferença entre elas. 

Aqui vou te mostrar as principais, ok? 

Apólices abertas ou fechadas

As apólices abertas podem ser alteradas de acordo com as necessidades futuras. Já as fechadas não existe essa possibilidade.

Isso quer dizer que enquanto a apólice aberta você pode, por exemplo, adicionar ou excluir novos segurados, mudar a amplitude do objeto do contrato e alterar o valor capital, a apólice fechada não é permitido qualquer alteração.

Apólices individuais ou coletivas

A apólice de seguro de vida individual é negociada para um único nome e a apólice coletiva, obviamente, quando há mais de uma pessoa envolvida. 

A apólice coletiva custa ser mais em conta, pois abrange dezenas ou centenas de pessoas. 

Ela é realizada, geralmente, quando uma empresa negocia os termos do contrato com a seguradora.  A desvantagem é que nesse formato, os segurados não podem fazer nenhuma modificação.

Apólice de seguro de vida resgatável

A apólice de seguro de vida resgatável está presente tanto nos modelos individuais quanto nos modelos coletivos. 

Ele garante a possibilidade de resgatar os valores rentabilizados em caso de emergência. Ou seja, pode muito bem servir como uma reserva financeira. 

Apólice facultativa ou compulsória

Como o próprio nome já diz, a apólice facultativa é de livre e espontânea vontade do segurado e a compulsórias são aquelas que não podem ser negociadas, pois se tratam de uma obrigação legal como, por exemplo, o DPVAT

Apólice de riscos nomeados

Nesse tipo de apólice a cobertura é bem delimitada, ou seja, é explicitamente descrito na apólice quais são os casos que há a cobertura do seguro de vida.

Apólice de recibo

Esse tipo de apólice tem caráter temporário e, geralmente, é utilizado quando o segurado vai fazer uma viagem. 

Apólice contra danos a terceiros

Nessa apólice, caso o segurado se envolva em algum delito, a seguradora deve garantir as indenizações que ele vai pagar para outra pessoa.

O que deve constar em uma apólice de seguro de vida?

É importante também você saber o que precisa ter na sua apólice, ou seja, quais temos são essenciais para você fazer assinar o contrato. Vou te mostrar. Veja só:

Condições gerais

Deve estar disposto na sua apólice quais são regras gerais que regulam a relação entre seguradora e segurado. Aqui deve apresentar os direitos e os deveres de ambas as partes, a cobertura da apólice e as exclusões.

Condições especiais

Aqui ficam descritas as coberturas adicionais que acompanham a apólice de seguro de vida.

Condições particulares

Neste item são listadas detalhadamente as coberturas e as respectivas indenizações. Aqui também são mencionados a data de início da vigência, quem são os beneficiários, quais as porcentagens para cada um, etc.

Conclusão

Nesse artigo te expliquei exatamente o que é apólice de seguro de vida. 

Além disso, te mostrei quais são os tipos e o que deve constar em uma apólice. E também quais são os principais elementos deste documento. 

Se você tiver qualquer dúvida sobre esse assunto, deixe um comentário que faremos o possível para te responder.