Qual a diferença entre auxílio funeral e assistência funeral

Qual a diferença entre auxílio funeral e assistência funeral?

Se você quer saber qual a diferença entre auxílio funeral e assistência funeral, você precisa ler esse artigo.  

Sei que algumas pessoas podem pensar que esse assunto é uma forma de atrair coisas ruins, mas a verdade é esses são serviços básicos para família. 

Nos Estados Unidos, por exemplo,  57% da população tem seguro de vida com cobertura funeral.

Aqui no Brasil essa consciência aumenta cerca de 10% a cada ano. 

Isso quer dizer que os brasileiros estão cada vez mais conscientes sobre a importância de se preparar para situações de imprevistos que possam levar ao óbito. 

Sendo assim, aqui vou te mostrar todos os pontos essenciais para você entender cada um desses termos. 

E acredito que depois da leitura desse artigo você poderá fazer uma escolha mais consciente entre os dois serviços. 

Vou começar primeiro te explicando…

O que é o auxílio funeral?

O auxílio funeral é a cobertura que reembolsa os gastos com o funeral. Normalmente, há duas modalidades: a individual e a familiar. 

A individual, como o próprio nome diz, é aquela que cobre o funeral de apenas uma pessoa (geralmente, do contratante). Já  a familiar é quando o plano pode ser estendido para o cônjuge e filhos de até 18 anos (ou até 24 anos, dependendo da prestadora de serviços).

É importante frisar que os contemplados por essa cobertura devem estar determinados na apólice, pois, no momento do óbito, não é possível adicionar nem remover ninguém.

No auxílio funeral a escolha da empresa que irá prestar os serviços funerários é de livre escolha do contratante ou do responsável. Ou seja, você precisa contratar diretamente a funerária.

Somente depois, e com os comprovantes em mãos, que a empresa de auxílio funeral irá reembolsar as despesas.  

Isso quer dizer que você precisa ter o dinheiro em mãos para pagar as despesas com o funeral no momento do óbito, pois somente depois da apresentação das notas a empresa do auxílio funeral irá entregar o valor da indenização. 

Esse pagamento depende das condições contratuais e deverá ser realizado aos beneficiários ou para quem assumiu os gastos. No entanto, é importante destacar que a apólice sempre aponta qual o valor máximo de indenização que poderá ser pago. 

Por isso, antes mesmo de contratar o serviço a dica é olhar a apólice e descobrir quanto pode gastar com o funeral. Assim não corre o risco de não ser reembolsado todo o valor que gastou. 

Para saber a diferença entre auxílio funeral e assistência funeral, você precisa entender…

O que é Assistência Funeral?

O que é Assistência Funeral

Agora que você sabe o que é o auxílio funeral, você precisa entender o que é assistência funeral. 

Dessa forma, é mais fácil compreender a diferença entre os dois termos. Então vamos lá…

A assistência funeral é uma cobertura que faz parte do seguro de vida. Ela também pode ser individual ou familiar, ou seja, a assistência pode ser estendida para os dependentes.  

Ao contrário do auxílio funeral, não há um reembolso das despesas com o funeral nem há livre escolha a prestadora de serviços. 

Isso quer dizer que na assistência funeral o valor gasto está embutido no seguro de vida e a funerária será indicada pela própria seguradora. 

Pode parecer uma desvantagem, mas, na verdade, tudo isso garante menos burocracia e mais facilidade para a família em um momento tão delicado. 

Isso porque a seguradora, além de indicar uma prestadora do serviço de funeral, vai também cuidar de todos os detalhes do processo até a conclusão, supervisionar todo o trâmite e garantir que tudo esteja de acordo com o contrato estabelecido.  

Coberturas da assistência funeral

Sendo assim, a assistência funeral, geralmente, possui cobertura para:

  • Assessoria para formalidades administrativas do sepultamento (como, por exemplo, a liberação do corpo);
  • Pagamento das despesas com a cerimônia e o sepultamento;
  • Pagamento das taxas para a emissão de documentos necessários; 
  • Disponibiliza urna/caixão, coroa de flores, paramentos, véu, velas, ornamentação de urna, mesa de condolências;
  • Transmissão de mensagens urgentes;
  • Translado do corpo (caso o falecimento ocorra fora da cidade de origem);
  • Sepultamento ou cremação;
  • Velório;
  • Registro do óbito;
  • Carro funerário.
  • Entre outros.

Como dá para notar os gastos quando uma pessoa vem a óbito podem ser enormes, uma cremação, por exemplo, por chegar a R$ 2 mil e os caixões variam de R$ 700 a R$ 20 mil. 

Sem contar o transtorno físico e psicológico que é resolver todos esses processos em menos de dois dias. 

Algumas famílias acabam se endividando e não sabendo lidar com a perda justamente por causa de todo o transtorno criado por essa situação. 

Recentemente depois de muitos anos eu perdi uma pessoa da minha família, havia muito tempo que isso não acontecia e pegou todo mundo despreparado. 

Ninguém sabia exatamente o que precisava ser feito e acabou que a liberação do corpo do meu tio demorou a sair e foi muito difícil manter minha vó e minhas tias calmas nessa situação. 

Por fim, conseguimos resolver tudo. Mas a dívida adquirida teve que ser dividida entre todas as pessoas com emprego fixo da família. 

Acredito que se a gente tivesse se preparado antes, muita dor e constrangimento poderia ser evitado. 

Conclusão

No artigo de hoje te mostrei qual a diferença entre auxílio funeral e assistência funeral. 

Você viu como cada um deles funciona e acredito que com a leitura desse artigo você vai conseguir decidir sobre qual dos serviços é melhor para você e se encaixa perfeitamente a situação atual da sua família. 

Se você tiver alguma dúvida sobre esse assunto, entre em contato com a gente pelos comentários. A nossa equipe fará o possível pra te responder. 

Como fazer seguro de vida: 6 passos para clarear a sua mente

Como fazer seguro de vida: 6 passos para clarear a sua mente

Se você quer saber como fazer seguro de vida, você precisa acompanhar esse artigo até o final.

Sei que pode parecer um pouco confuso esse processo, mas aqui separei para você todas as informações necessárias que vão te ajudar a fazer um contrato. 

Mas antes, você sabe…

O que é e como funciona o seguro de vida?

O seguro de vida nada mais é do que um contrato que visa garantir a sua segurança financeira e de seus dependentes em situações inesperadas. 

Geralmente, ele funciona assim: você paga um valor mensal (prêmio) e, caso ocorra algum sinistro, a seguradora fica responsável em pagar uma quantia previamente estabelecida (indenização) para os beneficiários.

O prêmio varia de acordo com a cobertura que você escolher na hora do contrato, pois depende da sua faixa etária, profissão, sexo, hábitos e objetivos.

Já para receber a indenização, o beneficiário ou segurado (em caso de acidente ou doença) deve acionar a seguradora, enviar os documentos e aguardar aprovação.

Por que contratar um seguro de vida?

Talvez você saiba, talvez não. Mas o principal motivo para você contratar um seguro de vida é porque ele é um investimento para situações imprevisíveis. 

É claro que ninguém espera que aconteça um incidente ou um diagnóstico grave, mas se essas situações acontecerem é provável que você não esteja preparado financeiramente para isso. 

Pois as despesas médicas e até mesmo os trâmites para realizar um funeral são muito caro. 

Já com um seguro de vida você tem a tranquilidade para você e sua família caso aconteça algum desses imprevistos. 

Isso porque além da indenização em dinheiro, há aqueles seguros que cobrem despesas hospitalares e fornecem auxílio funerário.

6 passos sobre como fazer um seguro de vida

Agora que você sabe o que é, como funciona e por que você deve ter um seguro de vida, vou te mostrar o passo a passo para você fazer um.

Vamos lá? 

1)  Saiba a diferença entre seguro de vida e seguro de acidentes pessoais

O seguro de vida não é a mesma coisa do que seguro de acidentes pessoais. Isso porque o segundo serve apenas para casos de mortes que ocorreram devido a acidentes.

Já o seguro de vida a abrangência é bem maior. Você pode assinar planos que cobrem o risco de morte (natural ou acidental), acidentes e doenças graves. 

Ou seja, fazer um seguro de vida é muito mais vantajoso do que um seguro para acidentes pessoais.

2) Escolha a cobertura do seguro de vida

Como te mostrei anteriormente, o seguro de vida possui vários tipos de cobertura. Você precisa analisar quais deles são ideais para as suas necessidades e dos seus dependentes.

Normalmente, as coberturas são as seguintes:

  • Caso de morte;
  • Caso de invalidez;
  • Despesas médicas, hospitalares e odontológicas;
  • Diárias de Incapacidade Temporária (DIT);
  • Diárias por Internação Hospitalar (DIH);
  • Reembolso com custos ligados a medicamentos, em determinadas condições;
  • Auxílio-funeral;
  • Entre outros.

Sendo assim, avalie quais coberturas serão necessárias para garantir a sua segurança e a da sua família.

Por exemplo, se você é um microempreendedor você pode contratar um seguro de vida com a cobertura para Diárias por Incapacidade Temporária (DIT). Ela serve para te assegurar nos períodos em que você não puder trabalhar, devido a doenças cobertas pelo seguro.

O que quero te mostrar é que o seguro de vida não é apenas para o caso de morte. Isso é um equívoco que muitas pessoas comentem e, por isso, deixam de fazer esse investimento.

Além disso, ainda existem aqueles seguros de vida que disponibilizam serviços complementares como, por exemplo, serviços de assistência residencial, automotiva, nutricional e medicamento; cesta básica mensal por determinado tempo à família…

Lembre-se que você pode fazer a combinação que achar melhor. Cada seguradora terá os seus próprios custo-benefício.

3) Leia toda a proposta e as condições gerais do seguro

Leia toda a proposta e as condições gerais do seguro

Antes mesmo de assinar o seguro de vida você precisa saber exatamente quais são os seus direitos e deveres.

Observe com atenção qual carência da apólice, qual a abrangência geográfica das coberturas, quais os riscos excluídos, qual valor máximo de capital segurado, qual valor do prêmio, entre outros.

4) Calcule o capital segurado

O capital segurado é o valor que os seus beneficiários (ou segurado) vão receber caso ocorra o sinistro.

Alguns especialistas recomendam que esse valor seja de 3 a 10 vezes o valor de sua renda anual. 

Outros que você deve calcular item a item suas despesas anuais com a família (simulando os reajustes dos valores de acordo a inflação no período) e depois multiplicando o resultado pela quantidade de anos de proteção familiar.

Confuso?

Sei que não é fácil calcular a indenização que você e seus dependentes vão precisar em caso de imprevisto. 

A minha sugestão é você começar calculando ou, até mesmo, colocar em uma planilha todos os gastos essenciais para manter todas as pessoas que dependem de você financeiramente.

Lembre-se de fazer uma projeção de quanto tempo sua família vai precisar desse dinheiro para se manter sem você.

Ou você pode pensar na faculdade dos filhos, nos custos com medicamentos, no pagamento do aluguel…

Se possível, entre em contato com um corretor de seguros ou planejador financeiro, esses profissionais são ideais para tirar suas dúvidas e te ajudar a calcular o capital segurado.

É importante ressaltar que você precisa reavaliar anualmente (ou a cada cinco anos) esse valor, assim você consegue manter o padrão adequado caso ocorra algum sinistro.

5) Busque a seguradora que você se identifica

Uma vez que você já tenha uma noção de todas as informações que te mostrei nos passos anteriores, agora é a hora de você buscar a seguradora que mais combina com as suas necessidades.

Sendo assim, faça uma cotação de preço com as melhores empresas do mercado e lembre-se de verificar as coberturas disponíveis em cada uma delas.

Não compare apenas o preço, lembre-se também de olhar se é o mesmo valor de capital segurado, o período de carência e se são as mesmas coberturas.

6) Avise a sua família

Não é recomendado apenas você saber sobre a apólice de seguro de vida. Isso porque se ocorre um sinistro, a sua família precisa saber o que ela pode fazer para receber a indenização.

Apesar do processo de acionar o seguro de vida ser bastante simples, cada cobertura possui um prazo para que a seguradora seja notificada.

Sendo assim, converse com a sua família e explique todas as informações que eles precisam saber caso ocorra um sinistro.

Conclusão

Para saber como fazer um seguro de vida eu te mostrei 6 passos simples que vão te ajudar a clarear a sua mente. 

Além disso, te mostre o que é, como funciona e por que você precisa contratar um seguro de vida. 

Se você tiver alguma dúvida, deixe um comentário que faremos o possível para te responder.