Qual a diferença entre auxílio funeral e assistência funeral

Qual a diferença entre auxílio funeral e assistência funeral?

Se você quer saber qual a diferença entre auxílio funeral e assistência funeral, você precisa ler esse artigo.  

Sei que algumas pessoas podem pensar que esse assunto é uma forma de atrair coisas ruins, mas a verdade é esses são serviços básicos para família. 

Nos Estados Unidos, por exemplo,  57% da população tem seguro de vida com cobertura funeral.

Aqui no Brasil essa consciência aumenta cerca de 10% a cada ano. 

Isso quer dizer que os brasileiros estão cada vez mais conscientes sobre a importância de se preparar para situações de imprevistos que possam levar ao óbito. 

Sendo assim, aqui vou te mostrar todos os pontos essenciais para você entender cada um desses termos. 

E acredito que depois da leitura desse artigo você poderá fazer uma escolha mais consciente entre os dois serviços. 

Vou começar primeiro te explicando…

O que é o auxílio funeral?

O auxílio funeral é a cobertura que reembolsa os gastos com o funeral. Normalmente, há duas modalidades: a individual e a familiar. 

A individual, como o próprio nome diz, é aquela que cobre o funeral de apenas uma pessoa (geralmente, do contratante). Já  a familiar é quando o plano pode ser estendido para o cônjuge e filhos de até 18 anos (ou até 24 anos, dependendo da prestadora de serviços).

É importante frisar que os contemplados por essa cobertura devem estar determinados na apólice, pois, no momento do óbito, não é possível adicionar nem remover ninguém.

No auxílio funeral a escolha da empresa que irá prestar os serviços funerários é de livre escolha do contratante ou do responsável. Ou seja, você precisa contratar diretamente a funerária.

Somente depois, e com os comprovantes em mãos, que a empresa de auxílio funeral irá reembolsar as despesas.  

Isso quer dizer que você precisa ter o dinheiro em mãos para pagar as despesas com o funeral no momento do óbito, pois somente depois da apresentação das notas a empresa do auxílio funeral irá entregar o valor da indenização. 

Esse pagamento depende das condições contratuais e deverá ser realizado aos beneficiários ou para quem assumiu os gastos. No entanto, é importante destacar que a apólice sempre aponta qual o valor máximo de indenização que poderá ser pago. 

Por isso, antes mesmo de contratar o serviço a dica é olhar a apólice e descobrir quanto pode gastar com o funeral. Assim não corre o risco de não ser reembolsado todo o valor que gastou. 

Para saber a diferença entre auxílio funeral e assistência funeral, você precisa entender…

O que é Assistência Funeral?

O que é Assistência Funeral

Agora que você sabe o que é o auxílio funeral, você precisa entender o que é assistência funeral. 

Dessa forma, é mais fácil compreender a diferença entre os dois termos. Então vamos lá…

A assistência funeral é uma cobertura que faz parte do seguro de vida. Ela também pode ser individual ou familiar, ou seja, a assistência pode ser estendida para os dependentes.  

Ao contrário do auxílio funeral, não há um reembolso das despesas com o funeral nem há livre escolha a prestadora de serviços. 

Isso quer dizer que na assistência funeral o valor gasto está embutido no seguro de vida e a funerária será indicada pela própria seguradora. 

Pode parecer uma desvantagem, mas, na verdade, tudo isso garante menos burocracia e mais facilidade para a família em um momento tão delicado. 

Isso porque a seguradora, além de indicar uma prestadora do serviço de funeral, vai também cuidar de todos os detalhes do processo até a conclusão, supervisionar todo o trâmite e garantir que tudo esteja de acordo com o contrato estabelecido.  

Coberturas da assistência funeral

Sendo assim, a assistência funeral, geralmente, possui cobertura para:

  • Assessoria para formalidades administrativas do sepultamento (como, por exemplo, a liberação do corpo);
  • Pagamento das despesas com a cerimônia e o sepultamento;
  • Pagamento das taxas para a emissão de documentos necessários; 
  • Disponibiliza urna/caixão, coroa de flores, paramentos, véu, velas, ornamentação de urna, mesa de condolências;
  • Transmissão de mensagens urgentes;
  • Translado do corpo (caso o falecimento ocorra fora da cidade de origem);
  • Sepultamento ou cremação;
  • Velório;
  • Registro do óbito;
  • Carro funerário.
  • Entre outros.

Como dá para notar os gastos quando uma pessoa vem a óbito podem ser enormes, uma cremação, por exemplo, por chegar a R$ 2 mil e os caixões variam de R$ 700 a R$ 20 mil. 

Sem contar o transtorno físico e psicológico que é resolver todos esses processos em menos de dois dias. 

Algumas famílias acabam se endividando e não sabendo lidar com a perda justamente por causa de todo o transtorno criado por essa situação. 

Recentemente depois de muitos anos eu perdi uma pessoa da minha família, havia muito tempo que isso não acontecia e pegou todo mundo despreparado. 

Ninguém sabia exatamente o que precisava ser feito e acabou que a liberação do corpo do meu tio demorou a sair e foi muito difícil manter minha vó e minhas tias calmas nessa situação. 

Por fim, conseguimos resolver tudo. Mas a dívida adquirida teve que ser dividida entre todas as pessoas com emprego fixo da família. 

Acredito que se a gente tivesse se preparado antes, muita dor e constrangimento poderia ser evitado. 

Conclusão

No artigo de hoje te mostrei qual a diferença entre auxílio funeral e assistência funeral. 

Você viu como cada um deles funciona e acredito que com a leitura desse artigo você vai conseguir decidir sobre qual dos serviços é melhor para você e se encaixa perfeitamente a situação atual da sua família. 

Se você tiver alguma dúvida sobre esse assunto, entre em contato com a gente pelos comentários. A nossa equipe fará o possível pra te responder. 

Qual o valor do seguro de vida Saiba como é calculado o preço

Qual o valor do seguro de vida? Saiba como é calculado o preço

Se você quer saber o valor do seguro de vida é importante você entender como isso é calculado. 

Talvez você pense que é um preço absurdamente caro e que não faz parte da sua realidade. 

Ou que esse não é um benefício essencial para a sua segurança, ou da sua família.

Só que vou te mostrar que há opções de seguro de vida que cabem no seu bolso e possuem as mesmas vantagens dos mais caros. 

Mas antes, você sabe…

Para que serve um seguro de vida

De maneira bem simples, o seguro de vida serve para evitar que você e seus dependentes sejam pegos de surpresa quando ocorrer um imprevisto. Além de ajudar a restabelecer a sua família financeiramente, caso você venha falecer. 

Isso porque o seguro de vida não serve apenas para caso de morte, mas também para quando acontecer um incidente que causa invalidez ou quando há a notícia de um diagnóstico de doença grave. 

Quanto custa o seguro de vida?

Para saber quanto custa um seguro de vida, você precisa avaliar o custo-benefício dessa solução.

Pois uma das vantagens de contratar um seguro de vida é que você pode ser isento de alguns tributos como Imposto de Renda e Imposto sobre Transmissão Causa Mortis (ITCMD).

Além disso, para saber quanto custa o seguro de vida você precisa entender que o que você vai pagar por mês vai depender da sua idade, profissão, sexo e outras informações que a seguradora acredite ser necessário para avaliar. 

No meu caso, por exemplo, o custo mensal (prêmio) pode variar de R$ 12 até R$ 60, dependendo da seguradora. 

Por esse preço a indenização pode ser de R$ 10 mil a R$ 300 mil, dependendo do contrato. 

Uma simulação realizada pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) com o perfil de um homem, casado, não fumante/não obeso, administrador de empresas, 35 anos, 70kg e 1,70m verificou que o custo de seguro de vida fica por R$ 140/mês para esse perfil. 

Isso recebendo uma indenização de R$ 50 mil. Já supondo com uma cobertura adicional de R$ 100 mil, o valor fica R$ 255/mês.

Ou seja, para saber o custo do seguro de vida você precisa entender qual cobertura vai precisa e qual o seu perfil.

A minha dica é você contratar um seguro de vida não pelo prêmio que você vai pagar, mas sim pelo valor da indenização. 

Vou te explicar. 

Quanto deve ser o valor da indenização do seguro de vida?

Quanto deve ser o valor da indenização do seguro de vida

Para saber quanto os seus dependentes vão precisar caso aconteça alguma coisa com você, você precisa avaliar a renda e as despesas da família.

Ou seja, você precisa anotar o quanto você gasta por mês com escola, carro, contas, plano de saúde, dívidas, financiamentos, gasto médio com alimentação, lazer…

Depois é só fazer uma conta, que daqui a pouco vou te ensinar. Mas primeiro vamos para uma situação hipotética que vai te ajudar a visualizar. 

Imagine uma família formada por um casal e um filho, sendo que o pai será o contratante do seguro. 

O pai possui um salário de R$ 4 mil e a mãe de R$ 3 mil, já o filho mesmo estando na faculdade ainda não possui renda. Sendo assim, a renda total da família é R$ 7 mil.

Depois de colocar no papel todos os gastos e despesas, o pai descobriu que a família gasta R$ 5 mil por mês, já contando com a faculdade do filho. 

Para descobrir quanto deverá ser o valor da indenização, basta pegar a despesa mensal e multiplicar por 36 meses. Esse será o valor para deixar a sua família segura nos próximos três anos. 

Sendo assim, voltando ao nosso exemplo, o pai deverá procurar um seguro em que a indenização seja de, no mínimo, R$ 180 mil. 

Pode parecer que o prêmio será alto, mas há seguradores com essa indenização que o valor mensal é R$ 60. Por isso, é importante falar direto com o corretor de seguros.

Como é calculado o preço de um seguro de vida?

Os preços variam de seguradora para seguradora, mas, como te disse anteriormente, o que é levado em consideração é o perfil do contratante. 

Isso porque a seguradora avalia cuidadosamente quais os riscos de sinistro (falecimento ou invalidez) de cada segurado.

Por exemplo, uma mulher de 40 anos que faz atividades físicas vai ter um valor mais baixo do que uma mulher de 40 anos que é sedentária. 

Além disso, o preço do seguro de vida também varia de acordo com a cobertura que vai ser contratada (Assistência Funeral, Doenças Graves e Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente, entre outros).

Sendo assim, para fazer o cálculo do preço do seguro de vida a operadora repassa para os clientes um formulário com todas as perguntas relevantes para determinar esse valor. 

A maioria possui perguntas como:

  • Se o contratante é casado, tem filhos;
  • Se possui bens, como casa, carro e investimentos;
  • Qual a idade do segurado e dos seus dependentes;
  • Qual o histórico médico;
  • Profissão do segurado e o que ele faz como lazer;
  • Entre outros.

Conclusão

No artigo de hoje te explique qual é o valor do seguro de vida. Além disso, te mostrei para que serve o seguro de vida, quanto deve ser o valor da indenização e como é calculado o preço do seguro de vida. 

Se você tem alguma dúvida que não foi respondida neste artigo, deixe nos comentários que a nossa equipe fará o possível para te responder.

 

Passo a Passo: como acionar o seguro de vida

Passo a Passo: como acionar o seguro de vida

Quer saber como acionar o seguro de vida? Leia este artigo que vou te mostrar um passo a passo para você não ter que se preocupar quando precisar receber a sua indenização.

É extremamente importante você entender isso, mesmo você sendo o segurado ou o beneficiário. 

Afinal de contas, essa informação vai te dar a tranquilidade que você busca quando contrata um seguro de vida. 

Mas antes de te  mostrar esse passo a passo, você sabe… 

Quais as vantagens do seguro vida?

Eu não sei você sabe quais são as vantagens de contratar um seguro de vida, mas quero deixar claro o que você está ganhando quando tem esse tipo de investimento. 

Chamo de investimento porque você terá um retorno com o que você aplica. Seja monetariamente ou com serviços. 

Isso porque hoje em dia o seguro de vida não é mais apenas uma indenização, mas sim uma proteção para o segurado e sua família. 

Afinal de contas, existe no mercado apólices para caso de invalidez, cobertura de despesas hospitalares, auxílio funerário e, até mesmo, o resgate do valor aplicado. 

Sendo assim, as vantagens do seguro de vida se resume a proteger e auxiliar você e seus dependentes em situações imprevisíveis

Agora que você já sabe por que deve fazer esse investimento, vou te mostrar o passo a passo de como acionar o seguro de vida. 

 

1.º Passo: recorde o que tem na sua apólice

É extremamente importante que você e seus dependentes saibam o que tem descrito na apólice (contrato do seguro). 

É nela que você vai encontrar as informações sobre a cobertura de seguro, a vigência, os valores e quem são os beneficiários. 

Se por acaso não constar na apólice de seguro de vida os nomes dos beneficiários, fique tranquilo. 

Segundo o Código Civil Brasileiro, a divisão do valor deve ficar 50% para o cônjuge e 50% para os herdeiros legais. 

Mas isso apenas se não tiver os nomes dos beneficiários. Lembre-se que uma das vantagens do seguro é que você pode adicionar quem você quiser

Ou seja, além dos herdeiros legais e os cônjuges, os beneficiários também podem ser amigos, parentes e, até mesmo, instituições. 

2.º passo: verifique qual é a cobertura do seguro

Não é porque alguém tem um seguro de vida que pode acontecer qualquer coisa que ele vai ser indenizado. 

É importante verificar quais foram as coberturas contratadas para saber se tem o direito de acionar o seguro de vida ou não. 

Geralmente, as coberturas são:

  • Morte Natural;
  • Morte por Acidente;
  • Invalidez Permanente Total/Parcial por Acidente (IPA);
  • Invalidez Funcional/Laborativa Permanente Total Decorrente de Doença (IFPD);
  • Despesas Médicas, Hospitalares e Odontológicas (DMHO);
  • Diárias de Incapacidade Temporária (DIT);
  • Diárias por Internação Hospitalar (DIH);
  • Doenças Graves (DG).

Além disso, alguns seguros de vida cobrem também as internações, velório e outras despesas relacionadas ao óbito ou doença.

3.º passo: separe a documentação

3.º passo separe a documentação

Depois de verificar corretamente a apólice de seguro e a cobertura do plano contrato, para acionar o seguro de vida você precisa entregar alguns documentos. 

Normalmente, a seguradora envia um formulário e solicita uma lista com a documentação que você precisa apresentar. 

Sendo assim, antes de comunicar a seguradora tenha em mãos esses documentos para facilitar o processo. 

Geralmente, a documentação requerida é:

  • Certidão de Óbito (se for o caso);
  • Certidão de casamento ou nascimento com data atualizada (expedida após o óbito);
  • Beneficiário Menor de idade: cópia simples de Certidão de nascimento;
  • Entre 16 e 18 anos: cópia simples do CPF;
  • Maior de idade: RG, CPF e comprovante de residência;

Além disso, dependendo da cobertura do seguro de vida outros documentos específicos são exigidos. Em caso de invalidez por acidente, por exemplo, é solicitado o atestado e exames médicos que comprovem as sequelas deixadas pelo acidente, carteira de motorista (se o acidente foi de carro), boletim de ocorrência policial (se tiver), entre outros. 

4.º passo: comunique a seguradora do sinistro

Posteriormente, para acionar o seguro de vida, o beneficiário deve informar a segurado sobre o sinistro

Ou seja, comunicar o ocorrido que o levou a solicitar a indenização do seguro.

Essa comunicação tem o prazo de 3 anos, contados a partir do sinistro. Isso quer dizer que esse é o limite máximo para o beneficiário entrar em contato com a seguradora. 

Por isso, é importante você avisar os seus dependentes sobre o seguro de vida. Caso venha acontecer alguma coisa com você, eles não correm o risco de perder a indenização.

Nos casos do próprio segurado precisar acionar o seguro de vida (como no caso de acidente, por exemplo), esse prazo de prescrição é de 1 ano. O início desta contagem depende da modalidade de cada seguro. 

Além disso, você também deve ficar atento aos prazos das coberturas para invalidez ou doenças graves. 

Geralmente, nesses casos, o prazo para acionar o seguro começa a contar a partir da data de formalização pela Previdência Social ou do diagnóstico. 

Quanto tempo leva para a seguradora pagar a indenização?

Após a entrega da documentação completa de acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a seguradora tem o prazo de 30 dias para realizar o pagamento da indenização.

No entanto, o prazo pode ser suspenso ou prorrogado caso a seguradora compreenda que necessita de mais documentos, ou esclarecimentos adicionais.

Além disso, se ela passar do prazo de 30 dias para realizar o pagamento, o valor da indenização será atualizado de acordo com os índices de correção monetária.

A indenização do seguro de vida pode ser negada pela seguradora?

É totalmente possível a seguradora negar a indenização ao beneficiário. No entanto, ela precisa comprovar que houve alguma violação das condições gerais da apólice do seguro ou que o beneficiário está agindo de má-fé. 

Geralmente, isso acontece quando o sinistro não está dentro da cobertura do seguro, ainda está no prazo de carência, caso de doença pré-existente, atraso das parcelas e ausência de legitimidade.

Caso aconteça uma negativa, a minha sugestão é você procurar um profissional qualificado para fazer a análise do caso. 

Pois em algumas situações é possível entrar na Justiça para conseguir receber a indenização.

Mas fique atento: o beneficiário tem até 1 ano para contestar essa decisão na Justiça e requerer o valor determinado.

Conclusão

Neste artigo eu te mostrei como acionar o seguro de vida. Você viu em 4 passos como é fácil você conseguir receber a indenização. 

Além disso, te expliquei também quanto tempo leva para a seguradora pagar e o que você precisa fazer caso a indenização seja negada. 

Se você tiver qualquer outra dúvida sobre o assunto, deixe um comentário que a nossa equipe fará o possível para te responder.

 

O que é apólice de seguro de vida?

O que é apólice de seguro de vida?

Se você quer saber o que é apólice de seguro de vida, você precisa ler esse artigo AGORA. 

Sei que há muitos termos técnicos nesse mercado, mas nada como uma boa leitura para você tirar as suas dúvidas. 

Eu poderia apenas te mostrar o conceito, mas vou fazer uma análise ampla sobre o assunto e te mostrar quais são os principais elementos, quais os principais tipos, o que deve constar na sua apólice, entre outros assuntos. 

Vamos lá?

Afinal, o que é apólice de seguro de vida?

Apólice de seguro de vida é o contrato do seguro que descreve os direitos e obrigações do segurado e da seguradora. 

É nesse documento que fica firmado o valor da indenização, os tipos de coberturas, as mensalidades e os nomes do segurado e beneficiários. 

Ou seja, é na apólice de seguro de vida que fica definido as regras, quais os casos de sinistros, quem são as pessoas que vão receber os valores. 

A apólice de seguro de vida pode ser emitida em até 15 dias após a assinatura do contrato. Nesse período o segurado já faz parte da cobertura do seguro, mesmo sem o documento em mãos. 

No entanto, fique atento que neste intervalo a seguradora tem o direito de recusar o pedido do cliente devido o resultado da análise de risco. 94385-558

Quais são os principais elementos da apólice de um seguro?

Se você está com a sua apólice de seguro de vida em mãos ou quando você recebê-la, você vai perceber que ela é cheia de outros conceitos que podem confundir a sua cabeça.

Por isso, separei aqui para você aqueles que você precisa saber para conseguir compreender esse documento. 

Veja só:

Interesse segurável

O interesse segurável é a relação que existe entre uma pessoa (segurado ou beneficiário) e o objeto do seguro.

Ou seja, é quem é o detentor legal do valor protegido. Seja em forma de indenização ou bens materiais.

Risco segurável

O risco segurável é a justificativa da contratação do seguro. Isso quer dizer que é todo e qualquer evento futuro e incerto, alheio à vontade e ao controle das partes, previsto no contrato. 

Essa ocorrência deve ser algo que impulsiona a necessidade de indenização por parte da seguradora. 

No caso do seguro de vida, o risco segurável, geralmente, são as possibilidades de morte ou de invalidez durante a vigência do contrato.

Prêmio

O prêmio nada mais é do que o valor mensal que deve ser pago à seguradora. Ele é calculado com base na possibilidade de que o risco aconteça durante o contrato. 

Como o prêmio do seguro de vida é calculado?

Como o prêmio do seguro de vida é calculado?

O prêmio do seguro é calculado segundo a probabilidade de materialização do risco coberto durante a vigência do contrato.

Ou seja, quais são as chances do segurado falecer ou ficar inválido?

Sei que pode parecer algo mórbido, mas esse calculado não é feito “gorando” a vida do cliente, mas sim de acordo com a idade. 

Isso porque conforme a gente vai envelhecendo, maiores são as chances desses eventos acontecerem. 

Para fazer esse calculo, primeiro a segurado envia um formulário com perguntas como faixa etária, gênero, profissão… E qualquer outro fator que possa ajudar o setor de análise de riscos a avaliar o segurado. 

Por exemplo, mulheres apresentam uma expectativa de vida mais alta, assim como pessoas que praticam algum exercício físico

A tendência é que o valor do prêmio para essas pessoas seja bem mais em conta do que para um homem totalmente sedentário.

Além disso, é importante destacar que as seguradoras utilizam para fazer esse calculo de risco um instrumento chamado: tábua biométrica. 

Quais são os principais tipos de apólice?

Saber o que é uma apólice de seguro de vida não é a única informação que você precisa dominar. 

Isso porque existem alguns tipos de apólices que você precisa conhecer antes de assinar um seguro de vida.

Pode parecer apenas nomenclaturas difíceis, mas é importante você conhecer a diferença entre elas. 

Aqui vou te mostrar as principais, ok? 

Apólices abertas ou fechadas

As apólices abertas podem ser alteradas de acordo com as necessidades futuras. Já as fechadas não existe essa possibilidade.

Isso quer dizer que enquanto a apólice aberta você pode, por exemplo, adicionar ou excluir novos segurados, mudar a amplitude do objeto do contrato e alterar o valor capital, a apólice fechada não é permitido qualquer alteração.

Apólices individuais ou coletivas

A apólice de seguro de vida individual é negociada para um único nome e a apólice coletiva, obviamente, quando há mais de uma pessoa envolvida. 

A apólice coletiva custa ser mais em conta, pois abrange dezenas ou centenas de pessoas. 

Ela é realizada, geralmente, quando uma empresa negocia os termos do contrato com a seguradora.  A desvantagem é que nesse formato, os segurados não podem fazer nenhuma modificação.

Apólice de seguro de vida resgatável

A apólice de seguro de vida resgatável está presente tanto nos modelos individuais quanto nos modelos coletivos. 

Ele garante a possibilidade de resgatar os valores rentabilizados em caso de emergência. Ou seja, pode muito bem servir como uma reserva financeira. 

Apólice facultativa ou compulsória

Como o próprio nome já diz, a apólice facultativa é de livre e espontânea vontade do segurado e a compulsórias são aquelas que não podem ser negociadas, pois se tratam de uma obrigação legal como, por exemplo, o DPVAT

Apólice de riscos nomeados

Nesse tipo de apólice a cobertura é bem delimitada, ou seja, é explicitamente descrito na apólice quais são os casos que há a cobertura do seguro de vida.

Apólice de recibo

Esse tipo de apólice tem caráter temporário e, geralmente, é utilizado quando o segurado vai fazer uma viagem. 

Apólice contra danos a terceiros

Nessa apólice, caso o segurado se envolva em algum delito, a seguradora deve garantir as indenizações que ele vai pagar para outra pessoa.

O que deve constar em uma apólice de seguro de vida?

É importante também você saber o que precisa ter na sua apólice, ou seja, quais temos são essenciais para você fazer assinar o contrato. Vou te mostrar. Veja só:

Condições gerais

Deve estar disposto na sua apólice quais são regras gerais que regulam a relação entre seguradora e segurado. Aqui deve apresentar os direitos e os deveres de ambas as partes, a cobertura da apólice e as exclusões.

Condições especiais

Aqui ficam descritas as coberturas adicionais que acompanham a apólice de seguro de vida.

Condições particulares

Neste item são listadas detalhadamente as coberturas e as respectivas indenizações. Aqui também são mencionados a data de início da vigência, quem são os beneficiários, quais as porcentagens para cada um, etc.

Conclusão

Nesse artigo te expliquei exatamente o que é apólice de seguro de vida. 

Além disso, te mostrei quais são os tipos e o que deve constar em uma apólice. E também quais são os principais elementos deste documento. 

Se você tiver qualquer dúvida sobre esse assunto, deixe um comentário que faremos o possível para te responder. 

 

Quem tem direito ao seguro de vida Veja quem são os beneficiários

Quem tem direito ao seguro de vida? Veja quem são os beneficiários

Se você pensa em contratar ou já contratou um seguro de vida, provavelmente, uma das suas dúvidas é: quem tem direito ao seguro de vida?

Diferente dos demais seguros, no qual o beneficiário e o signatário são as mesmas pessoas, no de vida o beneficiário é outra pessoa. 

Isso se for caso de morte, nos casos de invalidez permanente ou temporária, por exemplo, o beneficiário é o próprio contrante. 

É comum essa preocupação surgir apenas quando ocorre o sinistro, ou seja, o evento que ocasiona o pagamento da indenização. 

Mas a verdade é que você deve pensar sobre isso antes mesmo de contratar uma seguradora.

Por isso, no artigo de hoje vou te explicar quem tem direito ao seguro de vida caso ocorra o falecimento do signatário.

Mas antes, você sabe…

Quais são os objetivos de seguro de vida?

Os objetivos para contratar um seguro de vida se resume em garantir a proteção do patrimônio acumulado da família, a transmissão dos bens e a segurança caso ocorra invalidez permanente (ou temporária) e em situações de doenças graves. 

O que é um beneficiário de seguro de vida?

Simples: um beneficiário de seguro de vida é quem tem direito ao dinheiro da indenização. Ele é indicado pelo segurado e esses valores variam de acordo com o contrato.

Quem pode ser beneficiado pelo seguro de vida?

quem tem direito ao seguro de vida Quem pode ser beneficiado pelo seguro de vida

É simples: quem tem direito a seguro de vida é quem você incluir no contrato. 

Ou seja, você tem total liberdade de adicionar quem quiser para ser beneficiário do seguro seja alguém da família ou não. 

Até mesmo porque há aqueles casos em que a pessoa tem um afeto maior por alguém quem não é da família ou tem algum dependente financeiro que não tem vínculo biológico.

Sem contar que também há aquelas pessoas que desejam deixar uma ajuda financeira para uma instituição.

Além disso, geralmente, você pode adicionar quantas pessoas você quiser e dividir os percentuais da melhor maneira possível. O valor da sua apólice vai ser dividida entre eles.

No entanto, a sua seguradora pode estabelecer um limite de beneficiários. Sendo assim, fique atento ao seu contrato.

Como escolher os beneficiários do seguro de vida?

Eu sei que talvez essa não seja uma escolha fácil de se fazer, mas você precisa tomar essa decisão quanto antes. 

Isso porque quando você for assinar a apólice você precisa ser específico sobre quem tem direito ao seguro de vida. 

Sendo assim, separei algumas perguntas que podem te ajudar a se decidir:

  • Seus pais vão precisar de ajuda financeira para despesas médicas?
  • Seus filhos e/ou netos vão precisar de ajuda para manter os estudos?
  • Existe algum familiar ou amigo que você gostaria de fornecer amparo financeiro?
  • Você gostaria de eleger alguma instituição para receber ajuda financeira? Pode ser religiosas, de caridade, educativa, entre outras. 

E se eu quiser mudar os beneficiários?

Você pode mudar quem tem direito ao seu seguro de vida a qualquer momento, desde que esteja em posse de todas as suas faculdades mentais. 

Além disso, você não precisa se justificar ou fundamentar porque está fazendo as mudanças. 

O recomendado é revisar, pelo menos, uma vez ao ano quem são os seus beneficiários. Pois você pode ter outros filhos, novos vínculos, rompimento de relacionamentos e até mesmo a notícia de um diagnóstico ou acontecimento de um incidente com algum familiar, ou amigo.

Posso não indicar os beneficiários?

quem tem direito ao seguro de vidaPosso não indicar os beneficiários

Pode parecer estranho essa pergunta, mas alguns segurados optam por não especificar os beneficiários e também tem o caso que o beneficiário faleceu antes do assegurado. 

Nesses casos quem tem direito ao seguro de vida são os parentes mais próximos. O critério utilizado é a vocação hereditária, ou seja, passa a ser devido aos:

  • Descendentes (filhos, netos);
  • Caso não tenha, é paga aos ascendentes (pais, avós);
  • E se nenhum dessas hipóteses existir, os colaterais (irmão, tios, primos).

Se o segurado for casado, segundo o Código Civil, o valor será dividido em 50% para o cônjuge e 50% para os herdeiros legais. 

Tenho direito ao seguro de vida. Como receber a indenização?

Se você é o beneficiário do seguro de vida de alguém, para receber o valor da indenização você deve entrar em contato com a seguradora. 

Geralmente, o procedimento visa exigir cópias de alguns documentos, o atestado de óbito e a identidade do beneficiário e do segurado.

Depois, o próximo passo, é aguardar. A seguradora tem até 30 dias para realizar o pagamento da indenização. 

Qual o prazo para solicitar o seguro de vida?

O prazo para solicitar o seguro de vida varia de uma seguradora para outra. No entanto, de acordo com o Código Civil, em caso de morte há um prazo de 3 anos para que seja efetivada a entrada na solicitação. 

E se o seguro estiver na carteira de previdência, o prazo é de 5 anos. 

Seguro de vida é o mesmo que herança?

Essa é uma dúvida muito comum, mas seguro de vida NÃO É herança. São dois processos totalmente diferentes. 

A herança é a distribuição dos bens do falecido de acordo com as regras de sucessão estabelecidas pela lei. Isso significa que o patrimônio vai ser partilhado entre os herdeiros após o inventário e o pagamento do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD).

Já quem tem direito ao seguro de vida, como te disse anteriormente, é qualquer beneficiário disposto no contrato. 

Como escolher uma seguradora?

Escolher a seguradora correta para você é uma decisão muito importante, por isso antes de se decidir avalie seus hábitos do dia a dia, tal como se você é fumante ou se pratica, ou não exercício físico; verifique a credibilidade, anos de atuação no mercado, nível de satisfação da clientela; entre outros pontos essenciais. 

Conclusão

Nesse artigo você descobriu quem tem direito ao seguro de vida, o que é um beneficiário e quem você pode adicionar na sua apólice. 

Além disso, te mostrei também como escolher os beneficiários e o que fazer para solicitar a indenização quando você for o beneficiário. 

Se você tiver alguma dúvida sobre esse assunto, deixa um comentário que a nossa equipe fará o possível para te responder.

O que é sinistro de seguro de vida e como ele funciona

O que é sinistro de seguro de vida e como ele funciona?

Se você está procurando informações sobre seguro de vida, uma dos primeiros termos que você deve entender é o que é o sinistro de seguro de vida. 

Isso porque se você não sabe exatamente o que cada termo significa, a contratação desse benefício pode se tornar confusa. 

A falta de conhecimento de alguns termos específicos, faz com que o procedimento para obtenção do seguro seja visto como algo complicado,  o que, na verdade, não é. 

Sendo assim, de maneira simples vou te explicar aqui tudo o que você precisa saber sobre sinistro de seguro de vida. 

Vamos lá?

O que é sinistro?

O que é sinistro?

Sinistro de seguro de vida é o incidente que tem na cobertura do segurado contrato. 

Ou seja, se uma pessoa morrer devido a um dos eventos detalhado no contrato, esse será caracterizado como sinistro. 

Por exemplo, se o segurado sofrer lesões após bater o carro de forma involuntária, e esse evento fizer parte da cobertura do plano, os benefícios contratados podem ser requeridos. 

Quais são os possíveis sinistros?

Geralmente, os planos de seguro de vida abrangem as seguintes situações:

  • Morte por causa natural;
  • Invalidez parcial por acidente;
  • Doença grave;
  • Invalidez total por acidente;
  • Diárias por incapacidade temporária;
  • Invalidez permanente por acidente majorada;
  • Despesas médico-hospitalares e odontológicas;
  • Assistência funeral.

Dessa forma, em caso de morte, acidente e invalidez é possível o pagamento da indenização. 

Além disso, alguns desses sinistros podem ser utilizadas em vida também

Como acionar o sinistro do seguro de vida?

Como acionar o sinistro do seguro de vida?

Geralmente, o procedimento para acionar a seguradora é muito simples. Basta fazer um contato inicial com a seguradora, formalizar a comunicação em um formulário e apresentar as cópias necessárias para abertura do processo. 

O indicado é entrar em contato com a empresa contratada assim que possível para informar o ocorrido, assim ela pode fornecer as informações apropriadas sobre o que você deve fazer em seguida. 

Esse primeiro contato pode ser realizada por telefone (geralmente, atendimento por 24 horas) ou chat no site da empresa. 

Quais documentos entregar?

Como te expliquei anteriormente, com o formulário, deve ser entregue também cópia dos seguintes documentos:

  • Certidão de óbito, se for o caso (cópia autenticada);
  • Boletim de ocorrência, se aplicável (cópia simples);
  • RG do segurado (cópia simples);
  • CPF do segurado (cópia simples);
  • Certidão de casamento, caso o segurado seja casado (cópia simples).

É importante ressaltar que se o seguro de vida for coletivo, a seguradora pode pedir outros documentos necessários.

Além disso, esses documentos também podem variar de uma seguradora para outro, segundo o tipo de sinistro. Vou te mostrar alguns exemplos!

Caso de morte

Normalmente, em caso de morte, além da certidão de óbito, também é solicitado: apólice do seguro individual ou certificado do seguro coletivo; aviso de sinistro fornecido pela seguradora, com carimbo, CRM e assinatura do médico; certidão de nascimento do segurado ou certidão de casamento e, se for o caso, averbação do divórcio ou separação judicial, com data atualizada; carteira de identidade, CPF e comprovante de residência do segurado.

Já para apólices coletivas ainda podem ser solicitado a Guia de Recolhimento do FGTS, o último contracheque e Informações à Previdência GFIP do mês anterior à data do sinistro.

Morte acidental

No caso de morte acidental, além da certidão de óbito, pode ser requerido também:

  • Apólice do seguro individual ou certificado do seguro coletivo;
  • Aviso de sinistro fornecido pela seguradora, com carimbo, CRM e assinatura do médico;
  • Certidão de nascimento do segurado ou certidão de casamento;
  •  E, se for o caso, averbação do divórcio ou separação judicial, com data atualizada;
  • Carteira de identidade, CPF e comprovante de residência do segurado;
  • Boletim de ocorrência policial;
  • Laudo de exame cadavérico do Instituto Médico Legal (IML);
  • Laudo de exame toxicológico e de dosagem alcoólica;
  • Em caso de acidente de carro, a carteira de motorista, desde que o segurado tenha sido o condutor do veículo;

Já para o seguro coletivo é requerido também a relação dos três últimos meses do FGTS, a cópia do último contracheque e a Comunicação de Acidente de Trabalho.

Invalidez e por doença

Em caso de invalidez funcional permanente e total por doença, os documentos, geralmente, exigidos são:

  • Apólice do seguro individual ou certificado individual do seguro coletivo;
  • Aviso de sinistro fornecido em formulário próprio da seguradora preenchido e sem rasuras;
  • Relatório detalhado do médico que assistiu ao segurado;
  • Cópia dos Laudos e Exames referentes à patologia;
  • Documentos pessoais do segurado;

No caso do seguro coletivo também é exigido a carteira de trabalho e cópia do contracheque dos três últimos meses ou relação de recolhimento do FGTS do mês da ocorrência do sinistro.

No entanto, se o sinistro for por  invalidez permanente total ou parcial por acidente, geralmente, os documentos necessários são:

  •  Aviso de sinistro fornecido em formulário próprio da seguradora preenchido e sem rasuras.
  • Relatório Médico de Acidentes Pessoais preenchido pelo médico que assistiu ao segurado;
  • Exames médicos relacionados à lesão/sequela;
  • Cópia da Carteira Nacional de Habilitação em caso de acidente com veículo dirigido pelo segurado;
  • Boletim de Ocorrência policial e/ou Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT) e Laudo do IML, se foi realizado;
  • Cópia do Laudo do exame toxicológico e de teor alcoólico, se for realizado;
  • Documentos pessoais do segurado;

Quando for seguro coletivo também é necessário a carteira de trabalho e cópia do contracheque dos três últimos meses ou relação de recolhimento do FGTS do mês da ocorrência do sinistro.

Além disso, há outros documentos diferentes para Diária por Incapacidade Temporária (acidente e doença), morte do cônjuge incluído na apólice como segurado dependente, morte de filho(a) incluído(a) na apólice como segurado dependente, despesas médicas, hospitalares e odontológicas, diária de incapacidade temporária, auxílio-funeral e doenças graves.

Quanto tempo até a seguradora pagar a indenização?

Quanto tempo até a seguradora pagar a indenização -o que é sinistro

De acordo com a Resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), a seguradora tem um prazo máximo de 30 dias, contados da data de entrega da documentação, para pagar a indenização. 

Caso a seguradora fundamente a dúvida sobre o requerimento, ela pode solicitar documentos adicionais e, assim, suspender a contagem do prazo. 

O pagamento em dinheiro não é a única forma de indenização, se for acordado previamente com o segurado, a empresa pode pagar a indenização com bens e serviços. 

Normalmente, isso é acordado para cobrir custos adicionais como seguro funeral e cestas básicas.

Caso a seguradora não pague a indenização ela deverá pagar multa e juros, quando essas penalidades estiverem no contrato. 

Por outro lado, as únicas possibilidades da seguradora não pagar a indenização é se o sinistro não estiver dentro da cobertura prevista no contrato ou se for comprovado má-fé do segurado.

Conclusão

Nesse artigo te expliquei exatamente o que é o sinistro de seguro de vida, como ele funciona e como você pode acionar a seguradora em caso de morte, acidente ou doença.

Além disso, é importante lembrar que a responsabilidade da seguradora é garantir os itens essenciais previstos na apólice de seguro sem dificuldades burocráticas. 

Sendo assim, se você tiver qualquer outra dúvida sobre esse assunto deixe um comentário que a nossa equipe vai fazer o possível para te responder.