Qual a relação entre estresse e saúde

Qual a relação entre estresse e saúde?

Eu não sei se você sabe qual é a relação entre estresse e saúde, mas é de extrema importância que você entenda que uma afeta diretamente a outra. 

Vai me dizer que você nunca sentiu uma dor de cabeça ou uma má digestão depois de passar um dia estressante?

Por exemplo, uma vez tive que resolver uma situação muito complicada e no final da conversa, quando entrei no carro, meu estômago doeu tanto que cheguei a chorar de dor. 

Eu tenho gastrite nervosa e sei que situações assim sempre vão atacar o meu corpo. Mas eu tenho 99,9% de certeza que algo parecido já aconteceu com você. 

E, por isso, no artigo de hoje você vai entender como o seu corpo responde a situações de estresse, quais são os tipos de estresse e o que você pode fazer para gerenciar essas situações. 

Vamos lá?

O que é estresse e quais são os tipos de estresse?

Estresse é qualquer tipo de mudança em que o corpo responde com alteração física, emocional ou psicológica.

Geralmente, encontra-se 4 tipos de estresse:

1) Eustress

Eustress é conhecido como um tipo de estresse divertido e emocionante, pois te mantém energizado. É aquela sensação associada a surtos de adrenalina quando, por exemplo, você está correndo para cumprir um prazo ou esquiando.

2) Estresse agudo

O estresse agudo é aquele que a gente passa no dia a dia. Normalmente ele é de curto prazo e pode ser positivo ou mais angustiante, depende da circunstância que você está passando no momento.

3) Estresse agudo episódico

Estresse agudo episódico é similar ao anterior só que mais intenso. Ou seja, a pessoa vive correndo e o estresse se torna um estilo de vida.

4) Estresse crônico

Estresse crônico é quando o estresse é interminável e inevitável. Por exemplo, um trabalho extremamente exigente, casamento ruim, experiências traumáticas e traumas na infância.

Como o seu corpo responde ao estresse?

Para entender qual a relação entre estresse e saúde, você precisa saber que o estresse pode desencadear no nosso corpo uma reação de ameaça ou perigo percebido

Na verdade, essa é a função original do estresse. É ele que nos permite lutar fisicamente ou fugir quando somos confrontados com o perigo.

No entanto, atualmente ele também é ativado em situações do cotidiano como no trânsito ou durante um dia estressante no trabalho.

O normal é o corpo ficar relaxado depois que a ameaça percebida desaparece, mas nos casos de estresse crônico, as respostas de relaxamento não ocorrem com a frequência suficiente.

Por isso que estar em um estado quase constante de luta ou fuga pode causar danos ao corpo. Como, por exemplo:

  • Problemas de memória, esquecimentos das atividades que precisavam ser feitas;
  • Dificuldade de manter-se concentrado;
  • Agitação, inquietação e pensamentos acelerados;
  • Preocupação excessiva e constante;
  • Pessimismo, visão distorcida da realidade;
  • Dor de cabeça constante;
  •  Enxaqueca; 
  • Dores musculares e tensão nos ombros;
  • Alterações no sistema gastrointestinal, diarreia, constipação, mal-estar no abdômen, azia, queimação no estômago;
  • Náuseas e/ou tonturas;
  • Dores no peito, batimento cardíaco acelerado;
  • Queda na imunidade;
  • Estar sempre cansado;
  • Perda de libido;
  • Mau humor mais frequente;
  • Sentimento de solidão;
  • Isolamento social;
  • Infelicidade, choro fácil;

Além disso, pode desencadear também gastrite, esgotamento, distúrbios de ansiedade, depressão, doença cardíaca, obesidade, diabetes e depressão.

Um estudo, por exemplo, mostrou que o estresse dos pais afeta as taxas de asma de crianças pequenas que também foram expostas à poluição do ar ou aquelas que as mães fumaram durante a gravidez.

Outro estudo mostrou que o estresse pode piorar a doença de Alzheimer, causando lesões mais cerebrais no cérebro. 

Como gerenciar o estresse?

Como gerenciar o estresse

Não passar por situações que ocasiona o estresse é quase inevitável, mas para manter a sua saúde você precisa reduzir o impacto que ele pode causar na sua vida.

Por isso vou te mostrar aqui atitudes que podem te ajudar a gerenciar o estresse. Veja só:

Reconheça os sinais

O primeiro passo para diminuir o estresse na sua vida é você descobrir em quais situações você fica alterado.

Depois você pode testar as melhores formas para conseguir diminuir o estresse e melhorar a sua saúde.

Faça atividade física

Já é comprovado que o exercício físico reduz o estresse e melhora muitos sintomas associados à doença mental.

Por isso, comece com 20 minutos de atividade física. Pode ser uma caminhada, ioga, exercício em casa… O importante é começar.

Estabeleça uma rotina de autocuidado

É essencial você determinar uma rotina para cuidar do seu corpo, da sua mente e o do espírito. 

Além da atividade física, procure se alimentar bem, ler um bom livro, meditar… Ou qualquer outra atividade que te ajude a relaxar. 

Preze por uma boa noite de sono

Segundo a Associação Americana de Psicologia, o estresse mantém mais de 40% dos adultos acordados. 

Sendo assim, uma das maneiras de diminuir o estresse é ter uma boa noite de sono. E para isso é importante cortar a cafeína, reduzir distrações como a televisão no quarto e computadores na cama, ir para a cama todos os dias no mesmo horário…

Além disso…

Você pode também fazer ações simples como escutar música, tirar férias, ficar um tempo à toa, ter um tempo para o lazer e ter um animal de estimação.

Conclusão

No artigo de hoje te mostrei qual a relação entre estresse e saúde. Você viu o conceito, quais são os tipos de estresse e como o seu corpo responde a essa situação. 

Além disso, te dei dicas simples que podem te ajudar a gerenciar o estresse no seu dia a dia. 

Agora quero saber de você… Já passou por alguma situação de estresse? Qual foram os sintomas e o que você está fazendo para não passar mais por isso?

Me conta nos comentários. 

O que é Atenção Primária à Saúde?

O que é Atenção Primária à Saúde?

Saber o que é Atenção Primária à Saúde (APS) é essencial tanto para profissionais da área da saúde quanto para a população no geral. 

Isso porque é através dela que o cidadão possui o atendimento inicial no sistema de saúde brasileiro. 

Vou te explicar.

A Atenção Primária à Saúde ou Atenção Básica é a porta de entrada para o sistema saúde. É nela que ocorre as orientações para prevenir doenças, visa solucionar os casos menos graves e direciona os mais graves para os níveis de atendimento superiores. 

É como se fosse um filtro que organiza os serviços nas redes de saúde: realizando os atendimentos simples e direcionando os mais graves para cada setor responsável. 

Por exemplo, o programa governamental Estratégia de Saúde da Família (ESF) disponibiliza exames, consultas, vacinas, radiografias e outros procedimentos por meio das Unidades Básicas de Saúde.

Ou seja, somente os casos mais graves são redirecionados para o atendimento no hospital. 

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a atenção primária pode atender de 80 a 90% das necessidades de saúde de um indivíduo ao longo de sua vida. Isso inclui os serviços que vão desde a promoção da saúde e prevenção até o controle de doenças crônicas e cuidados paliativos.

Qual o objetivo da Atenção Primária em Saúde?

O objetivo da APS, como te disse anteriormente, é organizar o fluxo de atendimento e serviços das redes de saúde brasileira. 

Sendo assim, as suas principais ações estão relacionadas a orientar sobre a prevenção de doenças, promover a saúde, solucionar os possíveis agravos e direcionais os casos mais graves. 

4 atributos da Atenção Primária à Saúde

De a acordo com a professora e  médica norte-americana Barbara Starfield, a atenção primária possui 4 atributos básicos:

1. Atenção ao primeiro contato

Como ele é a porta de entrada para a saúde brasileira, o que se espera da APS é que seja um serviço acessível a toda população. 

Por isso, é essencial que o primeiro atendimento seja com uma boa localização geográfica e em horários de funcionamentos compatíveis com a realidade daquela comunidade local. 

2. Continuidade do atendimento

O atendimento na APS não é único. Deve haver uma continuidade do serviço de forma regular e frequente ao longo do tempo. 

Isso quer dizer que o cidadão deve manter um vínculo com o serviço para que o resultado possa ser mais eficiente, caso ocorra uma nova necessidade de atendimento. 

Para que isso aconteça, a unidade de APS deve identificar todos os indivíduos da população que devem receber seu atendimento no local.

É essencial manter o cadastro dos usuários da unidade de saúde sempre ativos e educar a população para que a utilizem periodicamente para consultas. Somente quando for um exame específico ou uma consulta com um especialista que o caso deve ser redirecionado.

3. Integralidade do serviço

Esse atributo significa que as unidades de atenção primária devem ser capazes de oferecer todos os serviços necessários para lidar com sintomas, sinais e diagnósticos de doenças. 

Isso inclui o encaminhamento para consultas com médicos especialistas e serviços de suporte como, por exemplo, a internação domiciliar.

Ou seja, mesmo que o paciente seja encaminhado a outras unidades, o serviço de atenção primária continua com parte da responsabilidade pelo seu atendimento.

Além disso, a integralidade do serviço inclui também a possibilidade de visitas domiciliares, reuniões com a comunidade e ações intersetoriais.

4. Coordenação do cuidado

Esse último atributo está relacionado ao anterior. Pois quando parte do atendimento é remanejado para outros níveis de atenção cabe a equipe de atenção primária organizar, coordenar e integrar os cuidados com o paciente. 

Ou seja, deve haver uma continuidade no contato entre os profissionais de níveis diferentes, mesmo que seja por meio de prontuários.

Equipe mínima para trabalhar com APS

Equipe mínima para trabalhar com APS

De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a equipe de profissionais para atuar na atenção primária deve ter caráter multiprofissional e interdisciplinar.

A composição mínima para trabalhar com APS envolve:

  • Um médico de família e comunidade ou especialista em clínica médica com capacitação e experiência em APS;
  •  Um enfermeiro especialista em saúde da família ou generalista; e 
  • Outro profissional de saúde de nível superior.

Além disso, de acordo com os procedimentos oferecidos a unidade de atenção primária deve contar na sua equipe profissionais de acordo com as suas especificidades. Como, por exemplo, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas, fonoaudiólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, cirurgião dentista, etc.

Atenção Primária à Saúde e o Plano de Saúde

Segundo um estudo realizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o plano de saúde atende em 86,6% os atributos da Atenção Primária à Saúde.

Isso significa que os atributos necessários para a prestação do serviço são amplamente identificados nas operadoras de plano de saúde

Esse é um grande avanço para o setor e representa um progresso na quebra de paradigma do atual sistema privado de saúde. Ou seja, essa pesquisa é uma das provas de que as operadoras de plano de saúde estão avançando na qualidade dos atendimentos iniciais prestados aos pacientes.

Conclusão

No artigo de hoje te expliquei o que é Atenção Primária à Saúde. Te mostrei quais os objetivos dela e quais são os 4 atributos.

Além disso, te expliquei também qual é a equipe mínima para um atendimento de qualidade na APS e como está ela está acontecendo nos planos de saúde. 

Se você tiver qualquer outra dúvida sobre esse assunto, deixe um comentário. A nossa equipe fará o possível para te responder!

 

O que é saúde bucal

O que é saúde bucal?

Saber o que é saúde bucal é essencial para se manter saudável. Isso porque, segundo a Organização Mundial de Saúde, a saúde bucal é um indicador-chave da saúde geral, bem-estar e qualidade de vida. 

O que quero te dizer é que muitas vezes negligenciamos a saúde da nossa boca porque não sabemos (ou esquecemos) que ela abrange uma série de doenças que variam de cárie dentária até câncer de boca. 

Cerca de 3,5 bilhões de pessoas em todo mundo sofre de alguma doença bucal, elas podem surgir em qualquer pessoa e em qualquer idade. Muitas vezes elas podem afetar a produtividade da pessoa na escola, no ambiente de trabalho e causar problemas sociais e pessoais. 

Quem já sentiu uma dor de dente ou já teve mau hálito sabe que estou falando. Esses dois fatores devem ser analisados por um profissional qualificado antes mesmo de se tornar algo mais grave. 

Por isso, nesse artigo vou te mostrar quais são as doenças, quais os tratamentos e o que você pode fazer para cuidar da sua saúde bucal e da sua família

Quais são as doenças bucais?

O recomendado é ir ao dentista, pelo menos, duas vezes no ano. Assim você consegue detectar qualquer problema antes que apareça algum sintoma mais grave. 

Geralmente, os principais sintomas que levam uma pessoa a procurar um dentista são feridas ou áreas sensíveis da boca que não cicatrizam após uma semana, ou duas, sangramento ou gengivas inchadas após escovação, ou uso do fio dental, mau hálito crônico, sensibilidade repentina a temperatura ou bebidas quentes e frias, dor ou dentes soltos (rachados ou quebrados), inchaço da face e bochecha, entre outros.

Além disso, se com algum desses sintomas também houver febre alta e inchaço facial ou no pescoço, deve-se procurar um médico de emergência. 

Essas condições acontecem porque a nossa cavidade oral coleta várias bactérias, vírus e fungos. Claro que alguns deles pertencem ao nosso próprio organismo e em pequenas quantidades são inofensivos. 

Mas agora vou te mostrar quais são as principais doenças bucais ocasionadas por eles. 

Cáries dentárias

O consumo alto de açúcar cria condições para que as bactérias produtoras de ácido floresçam em maior quantidade. Daí esse ácido dissolve o esmalte dos dentes e causa cáries dentárias.

Gengivite e periodontite

Já as bactérias próximas à gengiva quando prosperam demais criam uma matriz pegajosa chamada placa. Ela se acumula, endurece e migra pelo comprimento do dente. Dessa forma, se ela não for removida regularmente por escovação e uso do fio dental, pode inflamar as gengivas e causar gengivite.

Os casos mais avançados, periodontite, acontece porque o aumento da inflamação fez com que as gengivas afastassem os dentes. Esse processo cria bolsos nos quais o pus pode se acumular. 

Os fatores que contribuem para a gengivite e a periodontite, geralmente, são fumar, maus hábitos de escovação, lanches frequentes de alimentos e bebidas açucarados, diabetes, história familiar ou genética, HIV ou AIDS, alterações hormonais nas mulheres, refluxo ácido ou azia, entre outros. 

Câncer bucal

O câncer bucal pode ocorrer nos lábios, outras partes da boca e orofaringe. Ele é mais comum em homens e em idosos, isso porque o uso de tabaco e álcool estão entre as principais causas de câncer de boca. 

Noma

Noma é uma doença grave que atinge a boca e o rosto. Ela afeta, principalmente, crianças entre 2 e 6 anos que sofrem de desnutrição ou que tenha um sistema imunológico debilitado.

Essa doença começa como uma lesão de tecido mole (uma ferida) nas gengivas, dentro da boca, evolui para uma gengivite necrosante aguda e depois progride rapidamente, destruindo os tecidos moles.

Sem tratamento, o noma é fatal em 90% dos casos. Já aqueles que sobrevivem sofrem de grave desfiguração facial, têm dificuldade em falar e comer.

Quando detectado no seu estágio inicial, o noma pode ser rapidamente interrompido, através de higiene básica, antibióticos e nutrição melhorada.

Fenda labial e palatina

As fissuras labiais afetam mais os recém-nascidos. Ela é ocasionada por uma predisposição genética, má nutrição materna, consumo de tabaco, álcool e obesidade durante a gravidez.

Por outro lado, se forem tratadas por cirurgia, é possível uma reabilitação completa.

Doenças não transmissíveis 

O uso de tabaco, consumo de álcool e uma dieta não saudável e rica em açúcares livres são as principais condições de risco para doenças não transmissíveis como doenças cardiovasculares, câncer, doenças respiratórias crônicas e diabetes.

Como cuidar da saúde bucal?

Como cuidar da saúde bucal?

A incidência de doenças bucais podem ser reduzidas com atitudes preventivas simples como, por exemplo: 

  • Manter uma dieta equilibrada, pobre em açúcares livres e rica em frutas e vegetais;
  • Promover a água como bebida principal durante o dia a dia;
  • Interromper o uso de todas as formas de tabaco;
  • Reduzir o consumo de álcool;
  • Incentivar o uso de equipamentos de proteção ao praticar esportes e viajar de bicicleta e motocicleta (para reduzir o risco de lesões faciais);
  • Acompanhamento constante ao dentista;
  • Escovar os dentes com creme dental, pelo menos, 3 vezes ao dia;
  • Utilizar o fio dental, pelo menos, uma vez por dia.

Quais os tratamentos para os problemas de saúde bucal?

Mesmo seguindo os cuidados que te falei no tópico anterior, você ainda vai precisar passar por um dentista, nem que seja apenas duas vezes ao ano para uma visita de rotina. 

Isso porque assim você vai conseguir, se necessário, iniciar os tratamentos antes mesmo do agravamento das doenças, além de manter a sua saúde bucal em dia. 

Aqui listei para você as principais formas de tratamentos para os problemas de saúde bucal. Veja só:

Limpezas

Mesmo com o uso do fio dental e a escovação constante, você vai precisar fazer uma limpeza profissional. 

Isso porque assim você pode se livrar de qualquer placa que não foi removida pelos processos rotineiros. 

Essa limpeza profunda também ajuda a remover o tártaro que não pode ser alcançada durante uma limpeza de rotina (de cima e abaixo da linha da gengiva).

Após essa limpeza, o dentista pode aplicar também um tratamento com flúor. Ele  ajuda a combater as cáries, a fortalecer o esmalte do dente e torná-lo mais resistente a bactérias e ácidos.

Antibióticos

Se você mostrar sinais de uma infecção na gengiva ou se tiver um abscesso dentário, um dos tratamentos é a prescrição de antibióticos que ajudam a se livrar da infecção. 

Esses antibióticos podem ser um enxaguante bucal, gel, comprimido oral ou cápsula. 

Coroas e selantes

Esses procedimentos são realizados para reparar uma cavidade, rachadura ou furo no dente. 

Uma coroa é usada se uma grande parte do seu dente precisar ser removida ou se quebrar devido a uma lesão. Já os selantes dentários são revestimentos finos e protetores que são colocados nos dentes posteriores, ou molares, para ajudar a prevenir cáries. 

Canal radicular

Se a cárie atingir todo o caminho do dente até o nervo, será necessário realizar um canal radicular. 

Durante esse procedimento, o nervo é removido e substituído por um preenchimento feito de um material biocompatível.

Conclusão

Nesse artigo te expliquei o que é saúde bucal. Provavelmente, você conseguiu entender por que é tão importante cuidar da saúde da boca.

Te mostrei quais são as principais doenças que podem te atingir, como você pode cuidar da sua saúde bucal e quais são os principais tratamentos realizados pelos dentistas.

Se você tiver qualquer dúvida sobre esse assunto deixe um comentário! Faremos o possível para te responder!

 

O que são as exclusões

Cuidar da saúde da família: o que você precisa fazer?

Nos dias atuais, a principal preocupação é o que fazer para cuidar da saúde da família.

Pode parecer um desafio, mas é totalmente possível conciliar as tarefas domésticas, o trabalho e uma rotina saudável no seu lar. 

A grande dica aqui é fazer um planejamento em que envolve toda a família e suas obrigações. 

Se você é de colocar tudo no papel, faça isso. 

Mas se não é, não se sinta mal. Use a agenda do celular ou o próprio despertador para garantir que você mantenha uma rotina adequada para cuidar da saúde da sua família. 

Adicione tarefas relaxantes, motivadoras, dinâmicas…

Bom… Vou de mostrar agora 10 dicas para você cuidar da saúde da sua família. Vamos lá?

1) Desenvolva um cardápio saudável

O seu filho come aquilo que você come. No início ele até pode comer aquela verdura que você colocou no prato, mas com o tempo ele vai seguir os seus hábitos. 

E se você sempre fizer um prato sem verduras, ele também vai começar esse costume. 

Sendo assim, o ideal para cuidar da saúde da família é criar um cardápio adaptável para todos. 

Deixe ao alcance sempre muitas frutas, utilizem as verduras e os legumes nas refeições, incentive o uso da garrafinha de água durante o dia a dia…

E deixe o hambúrguer, a pizza e os biscoitos para momentos de confraternização.

2) Faça atividade física em conjunto

Uma ótima maneira de se manter ativo é convidar a família para uma atividade física em conjunto. 

Por exemplo, já pensou em comprar bicicleta para todos e marcar de pedalar aos domingos?

Além de ser uma maneira de cuidar da saúde da família, vocês ainda passam mais tempo juntos. 

Pode ser também uma caminhada no parque, uma aula de dança, uma aula de luta… O importante é não ficar parado.  

3) Tenha um tempo de descanso

Tenha um tempo de descanso

Para cuidar da saúde da sua família é fundamental ter uma hora fixa para descansar todos os dias. É importante ficar um pouco longe das obrigações diárias para fortalecer a memória e a imunidade dos seus familiares. 

A ideia aqui é descansar a mente. Sendo assim, assistir televisão ou ficar no celular não conta. 

Sugiro você pegar uma rede, sentar na varanda, deitar na cama… Qualquer coisa que faça seu cérebro parar um pouco e pensar na vida. 

Sei que é um desafio. Afinal de contas a gente quer o tempo todo resolver alguma situação ou iniciar um projeto. 

Mas tente adicionar esse tempo de descanso e veja como a sua produtividade (e a da sua família) vai melhorar. 

Outra sugestão é fazer ioga, meditação ou qualquer outra atividade que você e sua família possa relaxar.

4) Realize exames regularmente

Já ouviu aquela história que é melhor prevenir do que remediar? 

É exatamente isso que você precisa fazer para cuidar da sua família sem preocupação

Afinal de contas, fazer exames regularmente ajuda a manter as ameaças e problemas bem longe. 

Se possível, separe uma vez a cada seis meses para toda a família fazer um check-up médico. 

6) Mantenha a casa limpa para cuidar da saúde da sua família

Pode parecer um exagero, mas existem muitas doenças que podem ser desencadeadas por causa de ácaros e fungos. 

Como, por exemplo, infecções, alergias, dificuldades respiratórias, entre outras. 

Por isso, manter a casa limpa também ajuda a cuidar da saúde da sua família. 

Distribua as tarefas domésticas para todos da casa e deixe essa obrigação mais leve e agradável. 

Você também pode colocar uma boa música e fazer uma competição saudável de quem termina a obrigação primeiro.

8) Foque na qualidade do sono

Foque na qualidade do sono

O sono tem um papel crucial na saúde da sua família. Isso porque uma boa noite de sono garante a produção adequada de hormônios, além de manter uma boa produtividade durante todo o dia. 

Por isso, a noite fique atento a alimentação e as atividades que você e sua família está fazendo antes de dormir. 

Evite alimentos pesados, beber café, assistir muita televisão e ficar usando o celular na cama. 

Prepara o corpo e a mente para ter uma noite de sono tranquila e agradável. O ideal é tomar um banho quente e ir direto para casa, sem mexer em celular ou comer alguma coisa. 

Caso alguém da família tenha dificuldades de ter uma boa noite de sono, o indicado é que procure a ajuda de um médico.

9) Tenha uma farmacinha pessoal

A gente nunca sabe quando alguma coisa vai dar errado, por isso é sempre importante ter medidas preventivas que ajudem a cuidar da saúde da família. 

É claro que se for algo muito grave, o ideal é ir direto para o hospital. Mas algumas situações simples podem se resolver com uma farmacinha pessoal.

Por exemplo, é sempre bom ter um medicamento para dor de cabeça, pequenos cortes, má digestão, azia, diarreia, abuso de bebidas alcoólicas, cólica, febre, etc. E também alguns produtos farmacêuticos como soro fisiológico, álcool em gel, curativo, gaze, esparadrapo, entre outros. 

10) Exercite a mente

Muito se fala sobre fazer atividade física, mas a saúde mental também é super importante nos dias atuais. 

Por isso, para cuidar da saúde da família, você pode planejar momentos de jogos de tabuleiro, sudoku, palavas cruzadas, jogos de raciocínio lógico, entre outros. 

A ideia é, além de compartilhar um novo hobbie, se prevenir de doenças que atingem a memória. 

Conclusão

Conclusão

Cuidar da saúde da família pode parecer um desafio com tantas tarefas e obrigações no nosso dia a dia. 

Mas eu te mostrei que com hábitos simples é possível você criar uma rotina saudável para você e seus familiares.

Você descobriu a importância de ter um cardápio saudável, de fazer uma atividade física, de ter um tempo para descansar, de realizar exames regularmente, etc. 

Mas agora você precisa começar a colocar em prática. 

Me conta nos comentários qual será a sua primeira atitude para cuidar melhor da saúde da sua família. 

Noite mal dormida? 6 fatos sobre suas horas de sono

Noite mal dormida? 6 fatos sobre suas horas de sono

Você teve uma noite mal dormida durante essa semana? Fique tranquilo que o que vou te mostrar aqui vai te ajudar a atender quantas horas de sono você realmente precisa. 

Provavelmente, você já ouviu falar que todo mundo deve dormir oito horas de sono por dia. Ou já escutou aquela pessoa que diz que dorme 4 horas por noite e isso não afeta em nada na sua vida. 

E eu não posso dizer para você quem está certo ou errado nesse debate. 

Mas eu posso te mostrar dados comprovados sobre quantas horas de sono você precisa para não ter uma noite mal dormida.

E de fato a National Sleep Foundation faz algumas recomendações sobre a quantidade de sono ideal, mas ela é dividida por faixas etárias. 

Vou te mostrar tudo isso detalhadamente nas próximas linhas, mas antes é importante você entender que há vários estudos que acompanham um grande número de pessoas para saber quantas horas de sono eles realmente precisam. 

Por isso, a palavra certa a ser utilizada aqui é “média”. Algumas pessoas precisam em média de 8 horas outras de 7 horas de sono para permanecer em um excelente estado de saúde. 

Isso também se aplica nas suas noites de sono. Não é porque você teve UMA noite mal dormida que você isso vai comprometer drasticamente a sua qualidade de vida, mas se aplica à quantidade média de sono que você recebe. 

Entendeu?

Bom, diante disso tudo… 

1) Quantas horas de sono é o recomendado para uma boa saúde?

A National Sleep Foundation, junto com um painel multidisciplinar de especialistas, recomenda intervalos de sono adequados de acordo com as seguintes faixas etárias:

 

Recém-nascidos (0 a 3 meses)De 14 a 17 horas por dia 
Bebês (4-11 meses) De 12 a 15 horas por dia
Crianças (1 a 2 anos)De 11 a 14 horas por dia
Pré-escolares (3-5)De 10 a 13 horas por dia
Crianças em idade escolar (6-13)De 9 a 11 horas por dia
Adolescentes (14-17)De 8 a 10 horas por dia
Adultos mais jovens (18 a 25 anos)De 7 a 9 horas por dia
Adultos (26-64)De 7 a 9 horas por dia
Adultos mais velhos (65 anos ou mais)De 7 a 8 horas por dia

 

Além disso, outros fatores também podem afetar a quantidade de horas que você precisa para não ter uma noite mal dormida. Por exemplo: 

  • Alterações no corpo durante o início da gravidez;
  • Situações que privam o sono;
  • A qualidade do sono;
  • Entre outros. 

Bom, esse é o mundo ideal das pesquisas e sabemos que não é bem assim que funciona. 

Nem sempre a gente consegue dormir exatamente as horas indicadas no quadro, mas a gente pode tentar chegar o mais próximo possível.

Por isso, vou te mostrar agora…

2) O que fazer para encontrar a quantidade de sono ideal para você?

O primeiro ponto importante é que você deve analisar suas próprias necessidades individuais. 

Responda para si mesmo:

  • Você é produtivo, saudável e feliz com a quantidade de horas que você dorme atualmente? 
  • Demora muito tempo para se sentir produtivo durante o seu dia?
  • Você tem problemas de saúde
  • Tem algum caso de doença crônica na sua família?
  • Você depende da cafeína para passar o dia?
  • Você sente sono ao dirigir?

Se você responder sim para a maioria dessas perguntas, você precisa rever as suas noites mal dormidas. 

E para isso vou te ensinar a calcular quantas horas de fato você deve dormir.

Como calcular as horas de sono que preciso dormir:

Para calcular a quantidade de horas ideal que você precisa dormir, anote durante 21 dias:

  • A hora que você acorda;
  • Quantos ciclos de 90 minutos você teve a noite;
  • A hora que você foi para a cama + 15 minutos (o tempo de adormecer).

Por exemplo, se você vai dormir às 19 horas e acorda às 4h15 no primeiro dia, você terá 6 ciclos de sono por noite. 

E segundo a  National Sleep Foundation, os ciclos do sono são divididos em:

  • NREM: são três estágios (movimentos não rápidos dos olhos);
  • REM: último estágio (movimentos rápidos dos olhos).

Em média, cada ciclo do sono tem cerca de 90 minutos. Então, se você completar pelo menos 5 ciclos por noite, provavelmente, você vai ter passado por todas os estágios do sono.

Ao final dos 21 dias, você saberá como está a qualidade do seu sono. E para você entender o por quê isso é importante vou te explicar…

3) Por que preciso me preocupar com noites mal dormidas?

Por que preciso me preocupar com noites mal dormidas

Uma pesquisa realizada pelos Cientistas da Faculdade de Medicina de Harvard apontou que uma noite mal dormida aumentou, em média, 30% do nível de ansiedade dos voluntários. 

Além disso, notou-se também que o córtex pré-frontal medial (na testa) estava menos ativo que o normal. E é ele que ameniza as reações à emoções que nos fazem mal.

O estudo mostrou também que após uma noite de descanso completo, as atividades cerebrais dos voluntários voltou ao normal. 

No entanto, os cientistas alertam que noites mal dormidas frequentemente podem contribuir para sintomas mais duradouros. 

Como por exemplo:

  • Piorar os sintomas de doença inflamatória intestinal;
  • Irritabilidade e alterações de humor;
  • Dores de cabeça e enxaquecas;
  • Dificuldade em aprender;
  • Redução do desejo sexual;
  • Problemas de visão como: visão dupla, perda de visão periférica, visão obscura;
  • Ganho de peso;
  • Baixo rendimento imunológico.

Sendo assim, para evitar essas complicações na sua saúde, você sabe…

4) Quais sinais indicam que você está tendo uma noite mal dormida?

Mesmo com toda a informação que já te passei, provavelmente você ainda está se perguntando quais sinais indicam que você está tendo uma noite mal dormida. 

Por isso, separei para você alguns sintomas que você precisa identificar. Veja só:

  • Precisa de mais de um despertador para acordar;
  • Tem dificuldade de sair da cama pela manhã;
  • Sente-se mais lento durante à tarde;
  • Fica sonolento em reuniões, palestras ou salas quentes;
  • Fica com sono após refeições pesadas ou ao dirigir;
  • Adormece enquanto assiste televisão.

Há outros sintomas, mas se você apresentar a maioria desses seria interessante você identificar…

5) O que provoca uma noite mal dormida?

Existem algumas situações que provocam uma noite mal dormida se forem realizadas frequentemente, como por exemplo:

  • Dormir muito tarde;
  • Beber muito café durante o dia; 
  • Comer alimentos estimulantes antes de dormir;
  • Assistir muita televisão antes de dormir;
  • Usar o celular na cama, quando está prestes a dormir.

Esses hábitos podem prejudicar a qualidade do seu sono, por isso veja agora…

6) O que fazer para melhorar a qualidade do sono?

O que fazer para melhorar a qualidade do sono?

Por fim, vou te mostrar algumas dicas para você melhorar a qualidade do seu sono. 

  • Ir para a cama somente na hora de dormir (e não ficar mexendo no celular na cama);
  • Programar o mesmo horário para ir dormir todos os dias;
  • Se possível, ter um ambiente escuro, limpo, sem ruídos e confortável para dormir;
  • Não beber café, bebidas alcoólicas e refrigerantes antes de dormir;
  • Esquece o botão “soneca” do despertador do celular;
  • Faça exercícios físicos durante o dia;
  • Tente não tirar longos cochilos durante o dia;
  • Tome um banho quente antes de dormir;
  • Leia um livro ou escute uma música antes de deitar na cama. 

Conclusão

No artigo de hoje, te mostrei uma visão ampla sobre o que significa ter uma noite mal dormida e o que você precisa fazer para melhorar a qualidade do seu sono. 

Te mostrei, com base em dados, por que você precisa se preocupar com suas horas de sono, o que provoca e quais são os sinais de uma noite mal dormida. 

Agora é com você. 

Me conta nos comentários se esse artigo te ajudou e o que você pretende fazer a partir de hoje para melhorar as suas noites de sono.